Tempo de leitura: 8 min

Sobre a História: A Assombração da Casa da Colina é um Realistic Fiction de united-states ambientado no 20th-century. Este conto Dramatic explora temas de Loss e é adequado para Adults. Oferece Entertaining perspectivas. Uma exploração arrepiante do medo e da loucura dentro das paredes de uma mansão assombrada.
Hill House, não eram sãos, estava isolada em relação às suas colinas, mantendo a escuridão dentro; esteve assim por oitenta anos e poderia permanecer por mais oitenta. Por dentro, as paredes permaneciam eretas, os tijolos se encontravam perfeitamente, os pisos eram firmes e as portas estavam sensivelmente trancadas; o silêncio repousava firmemente contra a madeira e a pedra de Hill House, e qualquer coisa que se movesse lá, movia-se sozinha.
Dr. John Montague, um investigador do paranormal, procurava uma casa que lhe permitisse explorar evidências de assombrações. Hill House tinha uma má reputação, uma reputação inabalável de morte, loucura e isolamento. Desejando estudar os fenômenos do medo, Montague alugou a casa por três meses e convidou várias pessoas para se hospedarem com ele. Ele selecionou Eleanor Vance, uma jovem que havia vivenciado um evento de poltergeist na infância; Theodora, uma artista boêmia com habilidades psíquicas latentes; e Luke Sanderson, o jovem que estava destinado a herdar a casa.
Hill House era mais do que apenas uma estrutura; era uma força. Tinha um ar de maldade, algo inerentemente errado em seus ossos. Quando Eleanor chegou, ela percebeu isso imediatamente. A casa parecia estar observando-a, e a presença dos outros hóspedes pouco ajudava a aliviar seus medos.
A chegada de Eleanor a Hill House foi marcada pela incerteza. Ela passou a vida cuidando de sua mãe doente e tinha vivido à sombra do dever. O convite para Hill House ofereceu uma maneira de escapar—uma chance de recomeçar. Mas desde o momento em que viu a casa, erguendo-se sobre seus terrenos negligenciados, ela sentiu seu estranho fascínio. Eleanor, dirigindo pela longa e sinuosa estrada que levava à mansão, sentiu como se a casa estivesse chamando seu nome. Era como se estivesse esperando por ela todos esses anos. Mas ela estava a recebendo de braços abertos ou a alertando para ficar longe?
Dr. Montague a cumprimentou com calor, e logo Theodora e Luke chegaram, amenizando o clima com sua camaradagem e charme. Theodora, com sua atitude casual e despreocupada, parecia imune à escuridão da casa a princípio, enquanto Luke tratava toda a estadia como um feriado de suas obrigações. No entanto, sob a superfície, a casa já havia começado a exercer sua influência sobre todos eles, particularmente sobre Eleanor.
As primeiras noites foram tranquilas, exceto pelos ocasionais rangidos e gemidos que se espera em uma casa antiga. Mas com o passar dos dias, a casa revelou sua natureza. Portas que estavam firmemente fechadas balançavam abertas com um rangido lento e ominoso. Pontos frios permaneciam nos corredores, e sons estranhos ecoavam de quartos que deveriam estar vazios. Eleanor começou a sentir uma conexão com a casa, como se ela estivesse falando com ela de maneiras que ninguém mais conseguia entender.
Uma noite, o grupo experimentou sua primeira manifestação significativa. Acordados por fortes batidas nas paredes, eles se encolheram juntos de terror, ouvindo sons de algo—algo invisível—vagando pelos corredores. A entidade parecia estar especificamente focada em Eleanor, como se a reconhecesse. Ela batia em sua porta, sacudindo toda a estrutura de seu quarto, mas quando eles abriram a porta, nada estava lá. A sensação de pavor aumentava a cada dia que passava.

Com o passar dos dias, Eleanor se via vagando sozinha pelos corredores de Hill House. Ela sussurrava para ela de maneiras que não conseguia explicar. Ela se sentia atraída por certos quartos—quartos que um dia pertenciam à família Crain, os proprietários originais da casa. A trágica história de Hill House começou a infiltrar-se em sua consciência. A casa havia reivindicado muitas vítimas antes dela: as esposas de Hugh Crain morreram misteriosamente, e suas filhas cresceram na casa apenas para serem separadas pela ganância e ressentimento. A casa, ao que parecia, prosperava com tragédia e conflito.
Uma das experiências mais inquietantes ocorreu quando Eleanor e Theodora descobriram inscrições nas paredes. Em letras grandes e grosseiras, as palavras “AJUDE ELEANOR VOLTE PARA CASA” estavam rabiscadas na parede. A caligrafia era irregular, como se tivesse sido escrita em frenesi. A mensagem parecia ser para Eleanor, e apenas para ela. Os outros tentaram racionalizar, sugerindo que talvez Eleanor a tivesse escrito sozinha sem perceber, mas no fundo, todos sabiam que a casa era a responsável.
O domínio da casa sobre Eleanor se apertava a cada dia que passava. Ela começava a ouvir vozes chamando seu nome à noite, e visões estranhas a assombravam em seus momentos de vigília. A linha entre a realidade e a influência da casa se confundia, e o senso de si mesma de Eleanor começava a se erosionar. Ela não sabia mais quem era ou o que queria. A casa havia começado a consumi-la, como havia consumido outros antes dela.
Dr. Montague, reconhecendo o perigo, sugeriu que Eleanor deixasse Hill House. Ele acreditava que a casa estava usando-a de alguma forma, alimentando-se de sua vulnerabilidade. Mas Eleanor, a essa altura, já estava além do ponto de retorno. Ela havia começado a acreditar que Hill House era onde ela pertencia. Pela primeira vez em sua vida, ela se sentia desejada. A casa se envolveu ao redor dela, preenchendo o vazio que havia em seu coração por tanto tempo. Ela não conseguia partir—não agora, nunca.
Uma das cenas climáticas ocorreu durante uma última reunião no salão. O grupo estava discutindo os eventos paranormais, tentando entender o que haviam experimentado. De repente, a sala esfriou intensamente e as luzes piscavam. Eleanor sentiu uma presença atrás dela, algo escuro e frio que parecia envolvê-la. As paredes pareciam fechar-se, e por um breve momento, ela sentiu como se não estivesse mais em Hill House, mas em algum estranho e aterrorizante mundo de sua própria criação.
Foi então que Eleanor percebeu a verdade: a casa não queria que ela saísse. Ela a havia escolhido, assim como havia escolhido outros antes dela. A casa havia se tornado seu lar, e agora ela pertencia a ela. Ela não conseguia mais distinguir entre seus próprios pensamentos e a influência da casa. Sua mente estava se quebrando, e ela acolhia isso.

Dr. Montague, Theodora e Luke ficaram cada vez mais preocupados com o estado mental deteriorante de Eleanor. Eles decidiram que ela tinha que deixar a casa imediatamente. Dr. Montague insistiu que Eleanor arrumasse suas coisas e fosse embora, por sua própria segurança. Mas Eleanor resistiu. Ela não conseguia imaginar deixar Hill House; a casa havia se tornado parte dela. Em um acesso de desespero, ela correu para seu carro e acelerou, determinada a permanecer em Hill House para sempre.
Na cena final e trágica, Eleanor, dirigindo pela longa e sinuosa estrada que se afastava de Hill House, ouviu a voz da casa chamando-a de volta. Ela soltou o volante, permitindo que o carro saísse da estrada e colidisse com uma árvore. O impacto a matou instantaneamente.
Hill House, permanecendo alta e silenciosa, havia reivindicado mais uma vítima.
Dr. Montague, refletindo sobre os eventos, questionou se alguém poderia realmente entender o poder malévolo de Hill House. Não era simplesmente uma casa assombrada—era algo muito mais sombrio. Algo que nunca poderia ser explicado ou compreendido. Qualquer coisa que andava em Hill House, andava sozinha e continuaria a andar lá para sempre.
O destino de Eleanor foi selado no momento em que ela chegou. A casa havia percebido sua fraqueza, seu desejo de pertencer, e havia se alimentado disso. No final, Eleanor encontrou o lar que sempre quis, mas isso lhe custou tudo.
Os outros deixaram Hill House, abalados mas vivos, prometendo nunca mais retornar. Theodora e Luke retomaram suas vidas, mas foram para sempre mudados pelo que haviam experimentado. Dr. Montague escreveu seu relatório, mas as palavras pareciam inadequadas para transmitir o verdadeiro horror do que havia ocorrido.
Hill House permaneceu, erguida em sua colina, guardando seus segredos e esperando pela próxima alma que cruzasse seu limiar.

Hill House continuaria a existir por anos vindouros, um lugar de mistério e malevolência. Suas paredes guardariam as memórias daqueles que havia reivindicado, e suas portas permaneceriam fechadas para os forasteiros. Mas aqueles que ousassem entrar se encontrariam presos em sua teia, assim como Eleanor havia sido. E a casa continuaria a se alimentar de medo, solidão e desespero.
Hill House era mais do que apenas tijolos e argamassa; era algo vivo, uma entidade sombria que prosperava com o sofrimento. Era um lugar onde a realidade se distorcia, e nada era como parecia. No final, não foi apenas Eleanor quem foi assombrada—todos que entraram em contato com a casa foram.
A casa permaneceu, sozinha e silenciosa, sua presença sombria um lembrete das terríveis coisas que haviam acontecido dentro de suas paredes. E embora os vivos possam ter partido, Hill House permaneceu, observando, esperando e caminhando, para sempre sozinha.
