9 min

The Witcher: Um Conto de Destino
Here is the image introducing the story, as requested. The scene sets a mysterious and tense atmosphere in a forest at dusk, perfectly capturing the mood of the story's beginning.

Sobre a História: The Witcher: Um Conto de Destino é um Fantasy de ambientado no Medieval. Este conto Dramatic explora temas de Good vs. Evil e é adequado para Adults. Oferece Entertaining perspectivas. Um bruxo solitário e uma criança da profecia devem navegar por um mundo perigoso de magia e destino.

O mundo do Continente é um lugar onde perigo e destino se entrelaçam, onde monstros vagam pelas selvagens, e homens e mulheres devem enfrentar forças além de seu controle. Nesta terra de peril, onde reinos surgem e caem, há aqueles que se destacam entre o povo comum, guerreiros que são mais do que humanos, cuja própria existência está ligada aos aspectos mais sombrios do mundo. Estes são os Bruxos—mutantes, caçadores de monstros por encomenda, criados através de experimentos alquímicos e treinados na arte do combate.

Entre eles, Geralt de Rívia se destaca como uma figura tanto temida quanto respeitada. Conhecido como o Lobo Branco, Geralt é um homem de poucas palavras e determinação inabalável, um solitário que vaga de um contrato a outro, guiado por um código de neutralidade em um mundo repleto de intrigas, guerras e traições. Mas, como Geralt virá a perceber, ninguém pode escapar do destino, e seu destino está ligado ao de uma criança nascida em circunstâncias extraordinárias—quem pode conter a chave para o destino de todo o Continente.

O Caminho do Lobo

Geralt cavalgava pelos sinuosos caminhos da floresta, o manto pesado do crepúsculo descendo ao seu redor. Os cascos de seu fiel cavalo, Rápido, trovejavam firmemente na estrada de terra enquanto o vento assobiava pelas árvores. O ar estava denso com o cheiro de pinho, musgo e o leve toque metálico de um rio próximo. Seus sentidos, aguçados além dos de um homem comum, captaram o mais sutil farfalhar na vegetação densa.

Um contrato o havia trazido a este canto remoto do Continente. Os aldeões da pequena vila de White Orchard falavam de uma besta—uma criatura grande e ameaçadora que vinha atacando gado e viajantes igualmente. Estavam aterrorizados, oferecendo suas últimas moedas a qualquer um que os livrasse do monstro. Geralt havia aceitado o contrato, como sempre fazia, sem emoção ou hesitação. O trabalho de um Bruxo nunca era fácil, mas era necessário.

À medida que o caminho se estreitava, Geralt guiou Rápido por um matagal denso, chegando a uma clareira perto da borda de um penhasco. Abaixo, a vila estava silenciosa, suas poucas luzes piscando à distância como estrelas caídas na terra. O vento uivava mais alto ali, carregando consigo o mais tênue vestígio de algo fétido—um cheiro que só um Bruxo poderia detectar.

"Está perto", murmurou Geralt para si mesmo, desmontando e apertando as alças de sua espada de prata, a arma especialmente desenhada para matar monstros. Seus olhos se estreitaram enquanto examinava a terra, procurando qualquer sinal de movimento.

De repente, uma sombra surgiu perto da linha das árvores—uma figura corpulenta, com contornos distorcidos na luz pálida da lua crescente.

Um guerreiro em batalha contra um monstro colossal em uma floresta iluminada pela lua, brandindo uma espada prateada.
Uma feroz batalha entre um guerreiro e uma criatura monstruosa sob a pálida luz da lua no coração de uma densa floresta.

A Besta de White Orchard

A criatura saltou das sombras com um rugido gutural, sua forma maciça invadindo a clareira. Ela media pelo menos dois metros e meio de altura, coberta por pêlos emaranhados, com garras do tamanho de punhais e olhos amarelos brilhantes que queimavam com fúria primal. Um demônio—Geralt reconheceu a espécie imediatamente. Eram bestas astutas, mais perigosas que qualquer predador comum, movidas pela sede de sangue e pelo chamado da caça.

Geralt desembainhou sua espada de prata em um único e fluido movimento, seu corpo reagindo como se a lâmina fosse uma extensão de si mesmo. O demônio avançou, suas garras estendidas, mas Geralt foi mais rápido. Com uma pirueta rápida, ele esquivou do ataque da criatura e golpeou com precisão, causando um corte profundo em seu lado.

O demônio uivou de dor, cambaleando para trás antes de se reagrupar e lançar outro ataque. Desta vez, ele fingiu, balançando baixo na direção das pernas de Geralt. O Bruxo evitou por pouco o golpe, rolando para o lado e lançando um sinal rápido—Aard. Uma explosão de energia telecinética explodiu de sua mão, fazendo o demônio tombar para trás.

Mas a luta estava longe de terminar. O demônio era resiliente, e sua raiva sanguinária só crescia a cada ferida. Ele circulava Geralt, olhos reluzentes, como se calculasse seu próximo movimento.

Por um momento, o mundo pareceu parar. A floresta prendeu a respiração, o vento cessou, e o próprio tempo esticou-se enquanto homem e besta se avaliavam. Então, em um borrão de movimento, o demônio investiu mais uma vez, mas desta vez Geralt estava preparado. Ele deslizou por debaixo da criatura, sua espada refletindo a luz da lua enquanto cortava limpidamente o ventre exposto do demônio.

Com um último rosnado doloroso, a besta caiu no chão, sua força vital drenando-se para a terra.

Geralt embainhou sua espada, enxugando o suor de sua testa. A luta havia sido brutal, mas ele venceu. Mais um monstro abatido, mais um contrato cumprido. Enquanto começava a recolher a cabeça do demônio como prova para os aldeões, seus pensamentos vagaram para seu próximo destino. Mas antes que pudesse montar Rápido e cavalgar para a noite, sentiu um puxão estranho—uma sensação de que algo o observava, esperando.

O destino, parecia, tinha mais reservado para Geralt do que uma simples caça a monstros.

A Lei da Surpresa

Dias depois, Geralt se encontrou na corte de Cintra, convocado pela própria Rainha Calanthe. O grande salão estava repleto de nobres, cavaleiros e cortesãos, todos ansiosos para testemunhar o espetáculo do famoso Lobo Branco. Geralt, no entanto, estava longe de estar entusiasmado. Ele preferia a selva aos confinamentos sufocantes das cortes reais, mas o dever o havia trazido ali.

"Sua Majestade," disse Geralt com uma reverência respeitosa, sua voz calma e firme.

A Rainha Calanthe estava sentada em seu trono, uma figura régia com olhos penetrantes e um raciocínio afiado. "Bruxo, ouço dizer que você veio reivindicar a Lei da Surpresa," disse ela, seu tom carregado de curiosidade.

Geralt assentiu. Ele havia salvado a vida de um nobre, Duny, que em gratidão havia oferecido a Lei da Surpresa—um costume antigo onde alguém prometia algo que ainda não sabia que possuía. Neste caso, foi revelado que Duny e a Princesa Pavetta esperavam uma criança. Sem que soubessem, aquela criança estaria ligada a Geralt pelo destino.

"A criança me pertence por direito da Lei," disse Geralt, embora seu coração estivesse pesado. Ele não desejava tirar uma criança de seus pais, mas Bruxos viviam por seus juramentos, e o destino não era algo a ser negado.

O olhar da Rainha Calanthe suavizou-se por um momento, depois se endureceu novamente. "E o que você pretende fazer com essa criança do destino, Bruxo? Criá-la como sua própria?"

"Eu a protegerei," respondeu Geralt simplesmente. "Isso é tudo o que posso prometer."

Antes que a Rainha pudesse responder, uma comoção irrompeu no salão. As portas se abriram com força, e um grupo de soldados entrou, seguido por uma figura encapuzada.

Uma figura encapuzada entra em um grande salão real, chamando a atenção da Rainha e de toda a corte.
A rainha e sua corte voltam sua atenção para a entrada dramática de uma figura misteriosa no salão real.

A Criança do Destino

A figura puxou o capuz para trás, revelando uma jovem com cabelos prateados e olhos verdes marcantes. Era a criança de Pavetta, mas não como um bebê, como Geralt havia esperado. Não, esta era uma jovem menina—uma que havia sido moldada pelo caos e pela guerra que consumiram o Continente nos anos desde seu nascimento.

"Eu sou Ciri," disse a menina, sua voz firme apesar da juventude. "E eu sei quem você é, Bruxo. Eu estive esperando por você."

Geralt estudou a menina, sentindo o inconfundível impulso do destino mais uma vez. Esta não era uma criança comum. Ela carregava consigo um ar de perigo, de potencial, de algo antigo e poderoso.

"Estou aqui para te levar para Kaer Morhen," disse Geralt. "Para te treinar, te proteger. Há forças atuando que querem usá-la como uma arma. Eu não permitirei isso."

Os olhos de Ciri piscaram com uma mistura de medo e desafio, mas ela assentiu. Ela não tinha escolha, e Geralt também não.

Enquanto deixavam a corte de Cintra para trás, Geralt sentiu o peso do futuro sobre seus ombros. Seu caminho já não era mais o seu. Ele estava ligado a Ciri, e ela a ele. Juntos, enfrentariam o que quer que o Continente lhes reservasse, para o bem ou para o mal.

Sangue e Aço

Treinar Ciri não foi uma tarefa simples. Ela era rápida, ágil e ferozmente inteligente, mas também teimosa e impulsiva. Sob a tutela de Geralt em Kaer Morhen, ela aprendeu a arte do esgrima, o uso dos sinais e os modos dos monstros. Mas mais do que isso, ela aprendeu o que significava sobreviver em um mundo que nunca a aceitaria pelo que ela era.

Uma jovem treina com uma espada em uma fortaleza montanhosa coberta de neve, observada por um guerreiro mais velho.
Em uma remota fortaleza nas montanhas, uma jovem aprimora sua habilidade com a espada sob o olhar atento de um guerreiro experiente.

A cada dia, ela se tornava mais forte, sua conexão com seus poderes latentes se tornando mais evidente. Mas com esse poder vinha o perigo, pois forças em todo o Continente começaram a se agitar. Imperadores, reis, feiticeiros—todos buscavam a criança da profecia, aquela que poderia mudar o curso da história.

Com a guerra se aproximando no horizonte, Geralt e Ciri se viram caçados por inimigos de todos os lados. Era um jogo de sangue e aço, onde a lealdade era uma moeda e a traição uma certeza.

Através de tudo isso, Geralt permaneceu constante para Ciri—seu protetor, seu mentor, seu pai em todos os sentidos, exceto pelo nome. Mas mesmo ele não podia protegê-la de tudo.

A Caçada Selvagem

Em uma noite fatídica, enquanto o inverno descia sobre Kaer Morhen, a Caçada Selvagem chegou. Um grupo de cavaleiros espectrais, temidos em todo o Continente, buscavam Ciri por seus poderes, com a intenção de usá-la para romper o véu entre os mundos e trazer caos à terra.

Cavaleiros espectrais da Caçada Selvagem entram em batalha contra um pequeno grupo de defensores em um campo envolto por névoa.
Uma luta desesperada contra os cavaleiros espectrais da Caçada Selvagem, enquanto eles emergem da névoa sob um céu ameaçador iluminado pela lua.

A batalha foi feroz, com Geralt, Ciri e seus aliados lutando contra a Caçada com cada grama de força que possuíam. Mas a Caçada era implacável, e os poderes de Ciri começaram a sair de controle.

Em uma tentativa desesperada de protegê-la, Geralt fez o sacrifício supremo, confrontando o líder da Caçada de frente. O confronto foi brutal, e embora Geralt tenha conseguido repelir os atacantes, ele foi gravemente ferido.

Enquanto a Caçada Selvagem recuava, Ciri se ajoelhou ao lado de Geralt, lágrimas escorrendo por seu rosto. "Você não pode morrer, Geralt. Não assim."

A voz de Geralt era fraca, mas resoluta. "Eu não vou... ainda não. Mas você deve estar preparada, Ciri. O destino sempre te encontrará, não importa onde você se esconda."

E assim, sua jornada continuou, com a ameaça da Caçada Selvagem sempre pairando à distância, e o peso do destino os puxando em direção a um futuro incerto.

Loved the story?

Share it with friends and spread the magic!

Cantinho do leitor

Curioso sobre o que os outros acharam desta história? Leia os comentários e compartilhe seus próprios pensamentos abaixo!

Avaliado pelos leitores

Baseado nas taxas de 0 em 0

Rating data

5LineType

0 %

4LineType

0 %

3LineType

0 %

2LineType

0 %

1LineType

0 %

An unhandled error has occurred. Reload