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Sobre a História: A Pequena Galinha Vermelha é um Fable de united-kingdom ambientado no Contemporary. Este conto Simple explora temas de Perseverance e é adequado para Children. Oferece Moral perspectivas. Uma história atemporal de trabalho árduo, responsabilidade e cooperação.
Era uma vez, em uma aconchegante cabana situada à beira de uma floresta, vivia uma pequena, porém industriosa, galinha vermelha. Ela estava sempre ocupada com alguma tarefa ou outra, nunca desperdiçando um momento de seu dia. A galinha vermelha era conhecida em todo o campo por sua ética de trabalho incansável, e ela se orgulhava de cuidar de sua casa e de seu pedaço de terra onde cultivava todo tipo de frutas e vegetais. No entanto, a galinha vermelha tinha vizinhos que não eram nem de longe tão diligentes quanto ela. Eram um gato, um cachorro e um pato, e embora fossem seus amigos, não compartilhavam seu entusiasmo pelo trabalho. Sempre que havia uma tarefa a ser feita, a galinha vermelha pedia sua ajuda, mas eles sempre encontravam desculpas.
Numa manhã ensolarada, enquanto caminhava pelo seu jardim, a pequena galinha vermelha descobriu alguns grãos de trigo espalhados. Eles eram dourados e brilhavam sob a luz do sol, chamando imediatamente sua atenção.
"Isso é maravilhoso!" exclamou para si mesma. "Se eu plantar esses grãos, eles crescerão e se transformarão em trigo, e então poderei usar esse trigo para fazer pão!"
Animada com a perspectiva de fazer pão fresco, a pequena galinha vermelha se virou para seus companheiros preguiçosos. Ela chamou o gato, o cachorro e o pato, que estavam descansando na pradaria próxima.
"Quem vai me ajudar a plantar esses grãos de trigo?" perguntou a pequena galinha vermelha, segurando um punhado de sementes para que eles pudessem ver.
O gato esticou-se preguiçosamente na grama, bocejando enquanto falava. "Eu não," disse o gato, seu rabo balançando ociosamente.
O cachorro, que estava cochilando na sombra, simplesmente rolou e resmungou, "Eu não."
E o pato, flutuando preguiçosamente no lago, grasnou em resposta, "Eu não."
A pequena galinha vermelha suspirou. "Muito bem," disse ela. "Eu mesmo vou plantar o trigo."
E assim, a pequena galinha vermelha começou a trabalhar. Ela arau o solo, plantou as sementes e as regava cuidadosamente todos os dias. Com o passar do tempo, o trigo cresceu alto e dourado, balançando suavemente na brisa. A pequena galinha vermelha ficou muito satisfeita com seu trabalho.
Um dia, o trigo estava pronto para a colheita. A pequena galinha vermelha sabia que era hora de colher o trigo maduro e transformá-lo em farinha, mas era um grande trabalho e ela precisaria de ajuda.
Mais uma vez, ela chamou seus amigos. "Quem vai me ajudar a colher o trigo?" perguntou ela.
O gato, enrolado em um pedaço de sol, apenas piscou preguiçosamente e disse, "Eu não."
O cachorro, ainda descansando na sombra, abanou o rabo lentamente mas respondeu, "Eu não."
E o pato, à deriva no lago, grasnou, "Eu não."
A pequena galinha vermelha balançou a cabeça, mas não se deixou desanimar. "Muito bem," disse ela. "Eu mesmo vou colher o trigo."
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Determinação, a pequena galinha vermelha começou a trabalhar. Ela cortou o trigo, fez feixes e os levou ao moinho. Foi um trabalho árduo, mas ela conseguiu fazer tudo sozinha. Quando chegou ao moinho, pediu ao moleiro para moer o trigo em farinha fina, e logo teve sacos cheios de farinha fresca e macia, perfeita para fazer pão.
Ao retornar para casa, a pequena galinha vermelha sabia que era hora de assar o pão. Ela pensou mais uma vez em seus amigos preguiçosos e se perguntou se talvez eles a ajudassem desta vez.
"Quem vai me ajudar a assar o pão?" chamou ela para o gato, o cachorro e o pato.
O gato, limpando as patinhas em uma cerca próxima, ronronou, "Eu não."
O cachorro, descansando perto do jardim, deu um resmungo sonolento e disse, "Eu não."
O pato, espirrando preguiçosamente no lago, grasnou novamente, "Eu não."
A pequena galinha vermelha suspirou, mas não ficou surpresa. "Muito bem," disse ela. "Eu mesmo vou assar o pão."
E assim fez. Misturou a farinha com água, fermento e uma pitada de sal, sovando a massa até que ficasse lisa e elástica. Moldou a massa em pães, colocou-os no forno e esperou que crescessem e ficassem dourados. Logo, o delicioso cheiro de pão recém-assado encheu o ar, soprando pela pradaria e alcançando os narizes do gato, do cachorro e do pato.
O aroma era irresistível, e logo os três animais preguiçosos correram até a cabana da pequena galinha vermelha.

Quando chegaram à sua porta, a pequena galinha vermelha estava orgulhosamente em frente ao seu forno, segurando o pão recém-assado em mãos.
"Quem vai me ajudar a comer este pão?" perguntou ela, sabendo exatamente qual seria a resposta deles.
O gato, lambendo os lábios, disse, "Eu vou."
O cachorro, abanando o rabo entusiasmado, latiu, "Eu vou."
E o pato, grasnando animadamente, disse, "Eu vou."
Mas a pequena galinha vermelha não ia deixá-los escapar tão facilmente.
"Não, não, não!" disse ela firmemente. "Vocês não me ajudaram a plantar o trigo, não me ajudaram a colher o trigo e não me ajudaram a assar o pão. Então, eu vou comer o pão eu mesma."
E com isso, a pequena galinha vermelha sentou-se à sua mesa, fatiou o pão quente e crocante e o apreciou sozinha. Estava delicioso, e ela saboreou cada mordida, sabendo que seu trabalho duro havia valido a pena.
O gato, o cachorro e o pato envergonharam-se e foram embora, percebendo que haviam perdido uma maravilhosa guloseima por causa de sua preguiça.
A pequena galinha vermelha, por sua vez, continuou a trabalhar duro todos os dias, e seus esforços sempre foram recompensados. A partir daquele dia, sempre que ela tinha uma tarefa a fazer, a fazia com prazer, sabendo que seu trabalho seria recompensado. Quanto ao gato, ao cachorro e ao pato, eles aprenderam uma lição valiosa. Sempre que a pequena galinha vermelha pedia ajuda, eles eram rápidos em estender a mão, sabendo que sempre havia algo a ganhar com o trabalho árduo e a cooperação.
E assim, a pequena galinha vermelha viveu feliz para sempre, sempre ocupada, sempre produtiva e sempre desfrutando dos frutos de seu trabalho.
Numa noite tranquila, após os acontecimentos se assentarem, a pequena galinha vermelha sentou-se em sua varanda, olhando para seu jardim cuidadosamente mantido. Foi um momento de paz, onde ela pôde refletir sobre a lição que seus amigos haviam aprendido. Seu jardim, agora cheio de plantações em crescimento, era um testemunho do que o trabalho árduo podia realizar. O gato, o cachorro e o pato ocasionalmente passavam para ajudar a cuidar das plantações, mas nem sempre eram tão diligentes quanto a galinha. Apesar da preguiça ocasional que voltava a surgir em seus hábitos, a pequena galinha vermelha era de bom coração e paciente com eles. Ela continuou a liderar pelo exemplo, esperando que um dia eles pudessem abraçar plenamente a alegria do trabalho e suas recompensas. Mas a vida continuou, e cada estação trazia novas tarefas para a pequena galinha vermelha. Na primavera, ela plantava novas sementes; no verão, regava e removia as ervas daninhas do jardim; e no outono, colhia os frutos de seu trabalho. A cada ano, suas colheitas se tornavam mais abundantes e seu pão mais delicioso. O gato, o cachorro e o pato ajudavam de vez em quando, mas era claro que a pequena galinha vermelha permanecia o verdadeiro coração da cabana. Numa tarde, enquanto a galinha vermelha assava outro pão, ela pensou sobre as mudanças que ocorreram em seu pequeno grupo de amigos. Ainda havia uma diferença entre sua ética de trabalho e a deles, mas ela notou que eles não eram mais tão rápidos em evitar ajudar. Eles haviam visto como seus esforços levavam ao sucesso e ao prazer, e começaram a apreciar a satisfação de contribuir para algo valioso. No entanto, a pequena galinha vermelha também reconhecia que a mudança leva tempo. O gato, por exemplo, costumava descansar ao sol, observando as nuvens passarem. O cachorro, embora leal e amigável, ainda preferia cochilar perto da lareira. E o pato, enquanto ajudava em momentos, era facilmente distraído pelas ondulações brilhantes no lago. Contudo, ela podia ver pequenas melhorias em cada um deles. Num dia frio no final do outono, a galinha vermelha percebeu que precisava preparar o jardim para o inverno. O trabalho era tedioso e exigia mãos extras. Como de costume, ela pediu ajuda aos amigos. "Quem vai me ajudar a preparar o jardim para o inverno?" chamou ela. O gato, sentado na janela, bocejou mas respondeu, "Eu vou ajudar." O cachorro, enrolado perto da lareira, abanou o rabo e disse, "Eu vou ajudar." E o pato, remando no lago, grasnou alegremente, "Eu vou ajudar." Surpresa, mas satisfeita, a pequena galinha vermelha acolheu as ofertas e logo se viu trabalhando ao lado deles. Embora seu ritmo fosse mais lento que o dela e eles fizessem mais pausas, trabalharam juntos para limpar o jardim e armazenar os vegetais para os meses mais frios que se avizinhavam. À medida que os ventos de inverno começaram a soprar, a pequena galinha vermelha sentiu uma sensação de contentamento. Ela não apenas cultivara suas plantações, mas também ajudara a cultivar um senso de responsabilidade e cooperação entre seus amigos. O vínculo entre eles se fortaleceu à medida que compartilhavam o trabalho e, por sua vez, compartilhavam as recompensas. Nos meses seguintes, a pequena galinha vermelha e seus amigos passaram muitas noites aconchegantes ao redor da lareira, apreciando pão quente e sopas robustas feitas com os produtos do jardim. O gato, o cachorro e o pato tornaram-se mais envolvidos nas tarefas ao redor da cabana, percebendo que, quando trabalhavam juntos, podiam conquistar muito mais. A pequena galinha vermelha, sempre diligente e atenciosa, continuou a liderar pelo exemplo. Ela entendia que as lições mais valiosas são aprendidas através da experiência, e seus amigos haviam avançado muito desde os dias anteriores de preguiça e desculpas. E assim, as estações passaram, e a vida na fazenda continuou. A pequena galinha vermelha permaneceu o pilar do trabalho árduo e da perseverança, enquanto o gato, o cachorro e o pato lentamente abraçavam a alegria de contribuir para sua vida em comum. Juntos, forjaram uma nova maneira de viver—não apenas sobre o próprio trabalho, mas sobre os laços que formavam através da cooperação e do respeito mútuo. Cada pão que saía do forno da pequena galinha vermelha era um lembrete da importância do esforço, e cada refeição que compartilhavam era uma celebração de sua amizade e trabalho em equipe. Com o tempo, a história da pequena galinha vermelha tornou-se bem conhecida em todo o campo, não apenas por causa do delicioso pão que ela assava, mas pela lição que transmitia. Os moradores frequentemente visitavam sua fazenda para pedir conselhos ou compartilhar uma refeição, na esperança de aprender com sua sabedoria. E a pequena galinha vermelha, sempre generosa, oferecia seus pensamentos com um sorriso caloroso, sabendo que a chave para uma vida plena estava no trabalho árduo, na bondade e na disposição de estender a mão para ajudar. Fim.*
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