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Sobre a História: A Lenda da Quimera é um Myth de greece ambientado no Ancient. Este conto Dramatic explora temas de Courage e é adequado para Young. Oferece Moral perspectivas. A épica batalha de um herói contra uma besta aterrorizante e seus próprios demônios internos.

Nas terras queimadas pelo sol da Grécia Antiga, muito antes que as cidades-estado ascendesses ao poder, uma criatura de pesadelo vagava pelas montanhas e vales acidentados. Era uma besta nascida da imaginação distorcida dos deuses, uma fusão de leão, cabra e serpente, que respirava fogo e semeava terror por onde passava. Esta é a história de Belfo, um herói cujo destino estava entrelaçado com o destino desta aterrorizante criatura. Sua missão de derrotar a Quimera tornaria-se uma lenda sussurrada por gerações, uma história de coragem, engano e o poder de um espírito inabalável.

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A Profecia

Tudo começou na cidade de Corinto, onde o jovem Belfo cresceu como filho do nobre Rei Glauco. Mesmo criança, Belfo demonstrava coragem e força excepcionais, qualidades que chamaram a atenção dos deuses. Mas, como frequentemente acontece no mundo das lendas, a grandeza tem seu preço.

Numa noite fatídica, Belfo sonhou com uma deusa envolta na luz da lua. "Você será aquele que matará a criatura que aterrorizou nossas terras", ela falou, sua voz ecoando como as suaves ondas sobre a costa. "Você está destinado à grandeza, mas seu caminho estará repleto de perigos."

Quando Belfo acordou, sentiu um impulso inabalável de buscar essa profecia. Aproximou-se de seu pai, que o olhou com orgulho e medo. "Meu filho", disse o Rei Glauco, "A Quimera não é uma besta comum. É um monstro nascido dos pesadelos, uma maldição viva imposta sobre nossa terra. A estrada para derrotá-la é traiçoeira, mas se você está realmente determinado, não irei impedi-lo."

Com a bênção de seu pai e o coração ardendo de coragem, Belfo partiu em sua jornada, sem saber das provas que o aguardavam.

Belerofonte está diante do rei Glaucus, que se senta em um grandioso trono de pedra em um salão mal iluminado.
Belerofonte se apresenta diante de seu pai, o Rei Glauco, recebendo sua bênção para a perigosa jornada que se aproxima.

A Jornada Começa

A primeira parada de Belfo foi na corte do Rei Proeto em Tiríades, um governante conhecido por sua sabedoria. O rei o recebeu de braços abertos, mas sua esposa, a Rainha Stheneboea, lançou-lhe um olhar com um brilho perigoso. Com o passar dos dias, a admiração da rainha transformou-se em um desejo proibido. Numa noite, ela confessou seus sentimentos a Belfo, mas ele, sendo um homem de honra, recusou educadamente.

Mofada e humilhada, a Rainha Stheneboea inventou uma mentira, dizendo ao Rei Proeto que Belfo havia tentado forçar-se sobre ela. Furioso e buscando vingança, o rei não pôde matar Belfo diretamente, pois isso traria a ira dos deuses sobre ele. Em vez disso, enviou-o para o Rei Yóbates da Lícia, com uma mensagem selada pedindo que Belfo fosse posto à morte.

Belfo fez a jornada até a Lícia, carregando a carta que selaria seu destino, sem saber da armadilha posta diante dele. Quando chegou, o Rei Yóbates o acolheu calorosamente e lhe ofereceu um lugar à mesa. Passaram-se dias antes que Yóbates abrisse a carta, e ao lê-la, seu rosto ficou pálido. Ele sabia que não podia matar Belfo de imediato, mas elaborou outro plano.

“Você deseja provar a si mesmo, jovem herói?” perguntou Yóbates. “Então tenho uma tarefa para você. Mate a Quimera que devasta nossas terras, e terá minha gratidão eterna.”

Belfo aceitou sem hesitar, sem saber que esse desafio estava destinado a ser sua perdição.

A Montaria de Pégaso

Para derrotar um monstro tão formidável quanto a Quimera, Belfo precisava de algo mais do que apenas uma espada e um escudo. Enquanto ponderava seu dilema, a deusa Atena apareceu diante dele, oferecendo-lhe uma riostra dourada. “Pegue isto”, instruiu ela, “e use-o para domar Pégaso, o cavalo alado. Somente com sua ajuda você poderá esperar derrotar a Quimera.”

Belfo viajou até a nascente sagrada onde Pégaso frequentemente bebia, o orvalho da manhã ainda fresco na grama. Por dias, ele esperou pacientemente, até que, numa alvorada, a magnífica criatura apareceu. Belfo aproximou-se com cautela, segurando a riostra dourada em suas mãos. Com palavras gentis e uma mão firme, colocou a riostra sobre Pégaso e, para seu espanto, o cavalo o aceitou.

Juntos, eles alçaram voo, um herói e seu corcel, prontos para enfrentar a besta de fogo que os aguardava.

Belerofonte se aproxima delicadamente de Pégaso com uma brida dourada junto a uma serena fonte grega ao amanhecer.
Belerofonte doma Pégaso em uma fonte tranquila, formando um laço com o majestoso cavalo alado.

A Batalha com a Quimera

A Quimera espreitava em um vale desolado, uma fusão monstruosa de leão, cabra e serpente, com chamas jorrando de suas mandíbulas. Quando Belfo aproximou-se montado em Pégaso, a besta rugiu, suas três cabeças agitando-se selvagemente.

Pairando a uma curta distância, Belfo estudou seu inimigo. A cabeça de leão da Quimera era selvagem e rosnava, os olhos da cabra brilhavam com loucura, e o rabo de serpente se contorcia com fúria venenosa. Era uma criatura projetada para destruir, mas Belfo não havia chegado tão longe para ser vencido pelo medo.

Com um mergulho rápido, ele guiou Pégaso em direção à Quimera, golpeando com sua lança. A besta atacou, o fogo queimando o ar, mas Pégaso desviou a tempo. Repetidamente, Belfo atacou, usando sua velocidade e agilidade para evitar os golpes mortais da Quimera.

Finalmente, viu sua chance. Quando a Quimera recuou, pronta para lançar uma torrente de chamas, Belfo cravou sua lança em sua boca aberta, perfurando sua garganta. A besta soltou um último rugido agonizante antes de colapsar em um monte fumegante.

A vitória era dele, mas a que custo? A terra queimada e o cheiro de morte eram lembranças da brutalidade da batalha. Belfo sabia que sua vida nunca mais seria a mesma.

O Retorno à Lícia

Triunfante, Belfo retornou ao Rei Yóbates com a cabeça da Quimera como prova de sua vitória. O rei mal podia acreditar em seus olhos e, em vez de conspirar mais formas de matar o herói, o abraçou, admitindo a verdade por trás de sua missão.

“Tenho vergonha”, confessou Yóbates. “Enviei você para a morte, e você retornou vitorioso. Isso mostra o favor dos deuses. Peço seu perdão e ofereço a mão de minha filha em casamento, junto com metade do meu reino.”

Belfo aceitou a oferta do rei, mas seu coração estava pesado. Embora tenha vencido, sentia uma escuridão crescendo dentro de si, uma inquietação que não conseguia dissipar.

Belerofonte enfrenta a Quimera do alto de Pégaso, com chamas e brasas iluminando o céu.
Belerofonte trava uma batalha intensa contra a Quimera, atacando destemidamente do alto de Pégaso.

O Preço da Vaidade

Por um tempo, Belfo viveu em paz, governando ao lado de sua esposa e desfrutando da glória de suas conquistas. Mas, com o passar dos anos, tornou-se arrogante, acreditando-se invencível, até mesmo superior aos próprios deuses.

Um dia, decidiu montar Pégaso até o Monte Olimpo, para estar entre os deuses como seu igual. Furioso com sua vaidade, Zeus enviou um mosquito para picar Pégaso, fazendo o cavalo alado tropeçar violentamente. Belfo foi arremessado de seu corcel, despencando até a terra abaixo.

Sobreviveu à queda, mas ficou paraplégico, seu corpo quebrado e torcido. Enquanto jazia ali, dilacerado pela dor, percebeu a tolice de seu orgulho. O herói que outrora voava com os deuses agora estava destinado a vagar pela terra como uma sombra do que fora.

Legado da Quimera

A história de Belfo se espalhou por toda a Grécia, e embora ele tenha caído, seus feitos perduraram. Tornou-se uma história de advertência, um lembrete dos perigos do orgulho e do preço da ambição.

A Quimera, embora abatida, permaneceu como um símbolo duradouro de caos e destruição, uma criatura que para sempre assombraria os sonhos dos mortais. E assim, a lenda de Belfo e a Quimera foi transmitida de geração em geração, uma história que transcendeu o tempo, um conto de heroísmo e a luta eterna contra a escuridão dentro de todos nós.

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Epílogo

Com o passar dos séculos, a história da Quimera e de Belfo tomou novas formas, recontada em inúmeras variações, cada uma acrescentando ao seu mito. No entanto, em sua essência, permaneceu como a história de um homem que ousou enfrentar o impossível, que se elevou acima do medo e, por fim, caiu em desgraça. Seu nome ecoou através das eras, não como um deus, mas como um homem que viveu, que lutou e que pagou o preço máximo por sua vaidade.

A sombra da Quimera pode ter desaparecido do mundo, mas seu espírito vive, em cada desafio que enfrentamos, em cada batalha travada contra probabilidades esmagadoras. E é nesses momentos que encontramos o coração da história de Belfo, uma narrativa não apenas de monstros e deuses, mas do espírito humano, destemido e inquebrável.

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