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The Last of Us
Joel and Ellie stand in a crumbling, overgrown city, cautiously surveying the desolate streets. The tense and somber mood of their post-apocalyptic world is palpable as they brace for the unknown dangers ahead.

Sobre a História: The Last of Us é um Science Fiction de united-states ambientado no Future. Este conto Dramatic explora temas de Perseverance e é adequado para Adults. Oferece Moral perspectivas. Uma jornada emocionante de sobrevivência, confiança e escolhas impossíveis em um mundo enlouquecido.

Introdução

Em um mundo onde a existência da humanidade foi para sempre alterada, a sociedade agora luta para sobreviver contra uma ameaça que não é mais totalmente humana. Uma infecção fúngica varreu o globo, transformando a maior parte da população em criaturas perigosas e selvagens, roubando suas mentes enquanto as mantém fisicamente vivas. Neste novo mundo, a sobrevivência depende da astúcia, da confiança e da capacidade de se manter um passo à frente tanto dos infectados quanto dos poucos humanos restantes, que são ainda mais perigosos que os próprios monstros. Entre esses sobreviventes, um homem e uma garota devem encontrar uma maneira de sobreviver juntos, mesmo quando tudo ao seu redor ameaça separá-los.

Capítulo Um: A Queda

O mundo antes era repleto de cidades agitadas, arranha-céus altos e vidas interconectadas. Joel Miller, um trabalhador da construção civil de quarenta e poucos anos, já viveu em um mundo assim. O surto veio rapidamente, espalhando-se mais rápido do que qualquer um poderia prever. O que começou como alguns incidentes isolados logo se transformou em um caos global. Joel perdeu tudo nos primeiros dias—sua casa, sua família, seu senso de segurança. Mas ele sobreviveu, adaptando-se ao mundo duro e quebrado que se seguiu. Por vinte anos, ele vagou por essa paisagem pós-apocalíptica, endurecido pela perda e movido por uma determinação feroz de continuar, mesmo quando o mundo já não fazia sentido.

Humanos infectados vagavam pelas ruas—criaturas sem mente impulsionadas pelo fungo parasitário que havia dominado seus corpos. Os infectados eram perigosos, imprevisíveis e implacáveis. Mas os humanos sobreviventes eram frequentemente ainda piores. Facções, senhores da guerra e milícias lutavam pelo controle de recursos escassos, dispostos a matar qualquer um que se colocasse em seu caminho.

Numa noite, Joel se encontrou sentado em um armazém em ruínas nos arredores de uma antiga metrópole. A chuva batia contra as janelas quebradas, e os gemidos distantes dos infectados ecoavam pelas ruas abandonadas. Ele sentou-se silenciosamente, seu rifle encostado na parede ao lado, sua faca embainhada ao seu lado. Era um homem que tinha visto demais, um homem que havia construído muralhas em seu coração para se proteger de mais perdas.

Seus pensamentos foram interrompidos por uma batida na porta—um som suave e tímido, dificilmente audível sobre a tempestade. A mão de Joel instintivamente foi para sua faca enquanto ele se levantava e se dirigia à porta. Ele não esperava ninguém. Alguém aparecendo no meio da noite, sem aviso, geralmente era má notícia. Ele abriu lentamente a porta apenas um pouco, espiando na escuridão.

Lá estava, encharcada e tremendo, uma adolescente. Ela não tinha mais que quatorze anos, com cabelos desgrenhados e um olhar determinado nos olhos. Ela segurava uma pistola, mas seu aperto estava instável. Joel a observou por um momento, tentando avaliar se ela representava uma ameaça.

"Eu preciso da sua ajuda", ela disse, a voz mal acima de um sussurro. "Por favor."

Capítulo Dois: A Jornada Começa

O nome da garota era Ellie. Ela estava viajando sozinha há dias, fugindo de um grupo de sobreviventes hostis que a estavam caçando. Sua guardiã, uma mulher chamada Marlene, havia se ferido em um encontro anterior, deixando Ellie para se defender sozinha. Ellie não era apenas mais uma sobrevivente; ela era importante, embora Joel não entendesse por quê a princípio. Tudo o que ele sabia era que a garota precisava de ajuda e, apesar de seus instintos de afastá-la, algo dentro dele dizia que ele não poderia deixá-la para trás.

Na manhã seguinte, Joel e Ellie partiram juntos, movendo-se cautelosamente pelas ruas arruinadas da cidade. A energia juvenil de Ellie contrastava fortemente com a aparência cansada de Joel. Ela fazia perguntas, contava piadas e parecia genuinamente curiosa sobre o mundo que existiu antes do surto. Joel, no entanto, não estava interessado em relembrar o passado. Para ele, a única coisa que importava era sobreviver.

"Sabe, nem sempre foi assim", disse Joel enquanto navegavam por um labirinto de carros abandonados em uma rodovia. "As pessoas costumavam ser... diferentes."

Ellie olhou para ele, com uma expressão pensativa. "Como eram elas?"

Joel hesitou antes de responder. "Melhores, acho. Ou talvez a gente simplesmente não soubesse o quão ruins as coisas poderiam ficar."

À medida que viajavam juntos, Joel percebeu que estava se apegando a Ellie. Apesar de seus melhores esforços para permanecer distante, ela o lembrava de sua própria filha, Sarah, que morreu nos primeiros dias do surto. O espírito de Ellie, sua resiliência e sua capacidade de encontrar humor mesmo nos tempos mais sombrios despertaram algo em Joel que ele não sentia há anos—um sentimento de esperança.

Mas a esperança era perigosa. Neste mundo, a esperança podia te matar.

Capítulo Três: Confiança e Traição

Quanto mais eles viajavam, mais perigosa a jornada se tornava. As provisões eram escassas, e tanto infectados quanto humanos hostis representavam uma ameaça constante. Joel e Ellie tiveram alguns momentos de quase morte—evitando por pouco hordas de infectados e escapando por pouco de grupos de saqueadores que queriam tomar suas provisões. Mas, em meio a tudo, eles trabalhavam juntos, formando um vínculo tácito.

Um dia, eles encontraram um grupo de sobreviventes vivendo em um antigo complexo militar. O líder do grupo, um homem chamado David, os acolheu de braços abertos, oferecendo comida, abrigo e um lugar para descansar. Joel ficou desconfiado desde o início. Ele havia aprendido a não confiar em estranhos, especialmente aqueles que pareciam muito ansiosos para ajudar. Mas Ellie, cansada e com fome, estava mais disposta a aceitar a oferta.

Enquanto se acomodavam para a noite, Joel mantinha os olhos em David e seus companheiros. Algo na maneira como se moviam, na forma como observavam Joel e Ellie, não o parecia certo. Ele não conseguia tirar da cabeça a sensação de que estavam escondendo algo.

Não demorou muito para que suas suspeitas fossem confirmadas. No meio da noite, Joel ouviu uma conversa entre David e um de seus homens. Eles planejavam matá-lo e levar Ellie. O grupo vinha caçando pessoas como eles—sobreviventes desesperados, sozinhos e vulneráveis—há semanas, usando-as para comida e suprimentos.

Joel não hesitou. Ele acordou Ellie e juntos fugiram do complexo, escapando por pouco com suas vidas. David e seus homens os perseguiram pela noite, mas Joel estava implacável em sua determinação de proteger Ellie. Quando finalmente alcançaram uma distância segura, Joel desabou de exaustão, seu corpo levado aos limites.

"Eu te disse", Joel disse, respirando pesadamente. "Você não pode confiar em ninguém."

Ellie olhou para ele, com uma expressão impassível. "Exceto você, certo?"

Joel não respondeu. Ele não sabia se podia nem confiar em si mesmo.

Capítulo Quatro: As Flaras

Com o passar das semanas, a jornada de Joel e Ellie se tornou mais traiçoeira. O destino deles era uma cidade onde Marlene lhes dissera que as Flaras—um grupo rebelde que trabalhava para encontrar uma cura para a infecção—estavam localizadas. As Flaras eram a última esperança de Ellie. Marlene acreditava que Ellie era imune à infecção, embora Joel fosse cético. Ele tinha visto muitas pessoas morrerem, muitas promessas serem quebradas, para acreditar em milagres.

Mas, à medida que se aproximavam do destino, Joel começou a ver Ellie de maneira diferente. Ela não era mais apenas um fardo ou uma responsabilidade. Ela era um símbolo de algo maior—uma chance de redenção, para ele fazer algo que realmente importava.

A chegada deles ao reduto das Flaras foi agridoce. Ellie foi acolhida pelos cientistas do grupo, e Joel foi deixado sozinho, imaginando o que aconteceria a seguir. Foi então que ele descobriu a verdade: para desenvolver uma cura, eles teriam que realizar um procedimento em Ellie que a mataria.

Joel enfrentou uma escolha impossível. Ele poderia permitir que eles prosseguissem com o procedimento, sacrificando Ellie para o bem maior, ou poderia salvá-la, condenando o mundo ao seu estado atual.

Para Joel, a escolha não foi difícil.

Capítulo Cinco: O Último de Nós

No meio da noite, Joel lutou seu caminho pelo complexo das Flaras, determinado a resgatar Ellie. Ele matou quem apareceu em seu caminho, deixando um rastro de sangue e destruição atrás de si. Quando finalmente chegou à sala de cirurgia, Ellie estava inconsciente na mesa, preparada para a operação.

Sem hesitar, Joel matou o cirurgião principal e carregou Ellie para fora da instalação. Enquanto fugia, foi confrontado por Marlene, que implorava para que ele reconsiderasse, dizendo que Ellie teria querido sacrificar-se pela cura. Mas Joel recusou-se a ouvir. Ele não podia perdê-la, não depois de tudo o que passaram.

"Sinto muito", disse Joel antes de puxar o gatilho.

Com Ellie em seus braços, Joel fugiu das Flaras, deixando a cidade—e a cura—para trás.

Quando Ellie acordou na parte de trás do caminhão, atordoada e desorientada, ela perguntou o que havia acontecido. Joel mentiu para ela, dizendo que as Flaras haviam encontrado outras como ela e que a cura já não era possível. Ellie ficou quieta, mas Joel pôde ver a dúvida em seus olhos.

Os dois continuaram sua jornada, rumo a um futuro incerto, mas juntos.

No final, não se tratava de salvar o mundo. Tratava-se de salvar um ao outro.

Conclusão

O mundo havia mudado, e Joel também. Ele começou como um homem que não tinha mais nada pelo que viver, mas em Ellie, encontrou uma razão para continuar. O vínculo entre eles era inquebrável, forjado nas chamas de um mundo que perdeu sua humanidade. Eles eram os últimos de seu tipo—duas pessoas lutando para sobreviver em um mundo que esqueceu o que significava ser humano. Mas enquanto tivessem um ao outro, poderiam enfrentar o que viesse a seguir.

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