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Atingindo as Estrelas
Leo gazes up at the night sky, his imagination alight with dreams of catching a star. The world outside his window sparkles, reflecting his wonder and determination to reach the unreachable.

Sobre a História: Atingindo as Estrelas é um Fantasy de united-kingdom ambientado no Contemporary. Este conto Poetic explora temas de Perseverance e é adequado para Children. Oferece Inspirational perspectivas. Uma jornada mágica em busca de uma estrela que leva a descobertas inesperadas.

Todas as noites, Leo sentava-se perto da janela e olhava para o céu cintilante, imaginando como seria ter uma estrela só sua. Para ele, as estrelas não eram apenas pontos distantes no céu escuro—eram amigas esperando para serem descobertas. Ele sonhava em encontrar uma maneira de capturar uma, imaginando todas as coisas maravilhosas que poderia fazer com sua própria estrela. E assim, em uma bela noite, Leo decidiu que tentaria.

Leo acordou especialmente cedo, exatamente quando os primeiros raios da aurora tocavam o céu, transformando-o de azul profundo para suaves tons de roxo e rosa. Hoje seria o dia em que ele capturaria uma estrela.

Primeiro, ele olhou ao redor de seu quarto, procurando ferramentas que pudessem ajudar em sua missão. Encontrou sua fiel rede de borboletas, que parecia um bom começo, e uma velha vara de pescar que seu pai usava em suas viagens de acampamento de verão. Leo pensou que poderia ser longa o suficiente para alcançar alto… bem, quase tão alto quanto as estrelas, esperava.

Após reunir suas ferramentas, Leo cuidadosamente arrumou uma mochila com seus lanches favoritos, uma lanterna e sua pedra da sorte, que ele tinha certeza que traria sorte extra na captura de estrelas. Então, ele saiu, cheio de entusiasmo e maravilha, com olhos brilhando tanto quanto as estrelas que esperava capturar.

Leo em uma colina gramada, esticando-se em direção às estrelas com uma rede de borboletas.
Leo se estica com sua rede de borboletas em uma alta colina, determinado a capturar uma estrela só sua.

O primeiro lugar que Leo tentou foi a colina logo atrás de sua casa. Era o ponto mais alto do bairro, e ele pensou que poderia se aproximar mais das estrelas de lá de cima. Ao chegar ao topo da colina, ele agitava a rede para o céu, pulando para cima e para baixo com todas as suas forças. Mas, não importava o quão alto ele pulasse, as estrelas permaneciam muito além de seu alcance, rindo suavemente de sua maneira cintilante.

Determinado a não desistir, Leo decidiu ir ao parque da cidade, onde um velho carvalho se erguia alto e orgulhoso, seus galhos esticando-se em direção ao céu como mil dedos tentando alcançar as estrelas. Leo subiu o mais alto que conseguiu, sentindo a brisa fresca tocar suas bochechas enquanto esticava o braço com a vara de pescar, esperando capturar uma estrela dos céus. Mas, por mais próximo que se sentisse das estrelas, elas ainda estavam fora de alcance.

Leo suspirou, sentando-se em um galho grosso e olhando para cima, com as pernas balançando para baixo. Ele se perguntou se talvez as estrelas fossem apenas para serem admiradas de longe. Mas mal teve o pensamento quando ouviu um suave farfalhar das folhas abaixo dele.

De entre as sombras apareceu um esquilo amigável, com olhos brilhantes e curiosos, como se tivesse sentido o anseio de Leo. “Olá!” disse Leo, estendendo a mão. “Estou tentando capturar uma estrela. Você sabe como posso alcançá-las?”

O esquilo inclinou a cabeça pensativo e subiu alguns galhos, alcançando um dos ramos mais altos. Ele apontou sua patinha pequenina para o céu e, em seguida, chiar como se dissesse: “Talvez tente um pouco mais alto?”

Leo observou enquanto o esquilo desaparecia entre os galhos, deixando-o com uma determinação renovada. Se a árvore não era o suficiente, pensou, então talvez precisasse tentar algo mais—algo um pouco mais ousado.

Ele desceu da árvore e seguiu para a beira-mar, onde pensava que o vasto espaço aberto poderia lhe dar uma chance melhor de capturar uma estrela. Lá, as estrelas sempre pareciam se aproximar mais da água, cintilando logo acima do horizonte. Enquanto caminhava pela praia, com a areia fresca amassando sob seus dedos, ele examinava o céu, procurando a estrela mais brilhante que pudesse encontrar.

Leo notou um pequeno barco balançando suavemente perto da costa, e uma ideia surgiu em sua mente. Ele pulou no barco, pegou um remo longo e remou para o mar. Talvez, apenas talvez, ele pudesse chegar perto o suficiente ali.

Leo em um barco a remo no mar à noite, segurando uma vara de pescar em direção às estrelas.
Flutuando em um mar sereno, Leo utiliza sua vara de pescar, na esperança de fisgar uma estrela enquanto ela brilha acima dele.

As ondas balançavam o barco suavemente e, enquanto Leo se afastava da costa, sentia-se mais próximo das estrelas do que nunca. O luar brilhava na água, criando um rastro prateado cintilante que o guiava adiante, e as estrelas refletiam na superfície como pequenas luzes dançantes, como se estivessem brincando junto com seu sonho.

Enquanto Leo olhava para cima, levantou sua vara de pescar novamente, esticando o mais alto que podia. As estrelas pareciam brilhar mais intensamente, quase como se estivessem torcendo por ele, mas ainda permaneciam além de seu alcance.

Após horas de tentativa, os braços de Leo cansaram, e ele deixou a vara de pescar descansar no barco enquanto se deitava, olhando para o céu com um sorriso de determinação. As estrelas continuavam sua dança silenciosa e cintilante, e Leo sentiu uma sensação quente de paz preenchê-lo. Talvez, pensou, não fosse apenas sobre capturar uma estrela. Talvez fosse a aventura que mais importava.

Quando estava prestes a fechar os olhos, Leo notou algo diferente—um brilho incomumente forte movendo-se pelo céu. Não era como as outras estrelas; parecia estar se aproximando. Seu coração acelerou de emoção. Será que era isso? Uma estrela vindo ao seu encontro?

À medida que o brilho se aproximava, ele percebeu que não era uma estrela, mas uma pequena vaga-lume brilhante, voando bem acima do seu barco, com sua luz suave emitindo um brilho acolhedor ao seu redor. A vaga-lume circulou a cabeça de Leo e então pousou em sua vara de pescar, iluminando-a com um pequeno brilho.

“Olá, pequenina,” sussurrou Leo, sorrindo. “Você está aqui para me fazer companhia?”

A luz da vaga-lume piscou como se respondesse, e ela dançou ao redor dele, lançando pequenos círculos de luz no barco. Por um momento, Leo sentiu como se realmente tivesse um pedaço das estrelas bem ali com ele.

Eventualmente, Leo remou de volta para a costa, com a vaga-lume o seguindo até casa. Quando chegaram à praia, ele a pegou suavemente na mão, admirando seu brilho gentil. Sob sua luz suave, Leo sentiu uma quieta satisfação.

De volta para casa, Leo abriu a janela do seu quarto e soltou a vaga-lume no céu noturno, observando-a se juntar às outras luzes cintilantes. Enquanto ela se afastava, parecia piscar para ele, uma pequena amiga que havia vindo compartilhar seu sonho, mesmo que por um breve momento.

Leo remava de volta para a costa ao amanhecer, enquanto uma luz radiante de vaga-lume o rodeava.
Ao amanhecer, Leo retorna para casa acompanhado por uma vaga-lume, trazendo consigo um pedaço da magia da noite.

Leo se deitou na cama, olhando para as estrelas com um sorriso pacífico. Ele não havia capturado uma estrela da maneira que imaginava, mas sentia como se tivesse chegado ainda mais perto do que jamais pensou ser possível. As estrelas continuavam a brilhar sobre ele, sua luz silenciosa preenchendo seu quarto com um brilho suave. Elas pareciam amigas, já não tão distantes e inalcançáveis, mas próximas e reconfortantes.

E a partir daquela noite, toda vez que Leo olhava para o céu, sabia que sua estrela estava lá fora em algum lugar, cuidando dele. E isso era mais do que suficiente.

Leo deitado na cama, contemplando pela janela as estrelas e uma vaga-lume iluminada.
Leo, de volta ao seu aconchegante quarto, observa as estrelas com um sorriso sereno enquanto uma vaga-lume brilha por perto.

Na manhã seguinte, os amigos de Leo perguntaram onde ele havia ido tão cedo. Com um sorriso misterioso, ele simplesmente respondeu: “Fui em uma aventura para capturar uma estrela.” Eles riram, sem entender exatamente, mas Leo não se importou. Ele sabia que havia compartilhado um momento especial com as estrelas, algo que carregaria consigo para sempre.

Nos dias que se seguiram, Leo continuou a olhar para as estrelas todas as noites, encontrando novos padrões e formas em suas luzes cintilantes. Às vezes, ele via a vaga-lume passando pela janela, como se dissesse olá e o lembrasse de sua jornada compartilhada. E sempre que a via, Leo sorria, sentindo que realmente tinha um amigo entre as estrelas.

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RA

Raj

nov 05, 2024
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100 out of 5 stars

Very nice story

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