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Sobre a História: Os Três Porquinhos é um Folktale de united-kingdom ambientado no Medieval. Este conto Simple explora temas de Perseverance e é adequado para Children. Oferece Moral perspectivas. Três porquinhos engenhosos conseguem superar um lobo astuto por meio de perseverança e inteligência.
Capítulo 1: A Partida
Era uma vez, no coração do interior da Inglaterra, viviam três porquinhos. Esses três irmãos cresceram sob os cuidados de sua amorosa mãe, uma porca velha sábia e bondosa que sempre cuidou deles. Um dia, ela decidiu que era hora de seus filhos buscarem suas fortunas e seguirem seus próprios caminhos no mundo.
– Meus queridos filhos – disse ela –, vocês já estão maduros o suficiente para viver por conta própria. Saibam pelo mundo e construam suas casas. Mas lembrem-se: façam o melhor que puderem, pois essa é a maneira de se dar bem na vida.
E assim, os três porquinhos fizeram as malas e partiram em sua jornada. Eles viajaram por campos verdejantes e vilarejos encantadores, cada porquinho pensando no tipo de casa que iria construir.
Capítulo 2: A Casa de Palha
O primeiro porquinho, que era o mais jovem e menos inclinado ao trabalho duro, decidiu construir sua casa de palha. – Isso será rápido e fácil – pensou consigo mesmo. E de fato, em pouco tempo, ele havia construído uma aconchegante pequena cabana de palha. Ficou muito satisfeito consigo mesmo e sentou-se para descansar.
Um dia, enquanto o primeiro porquinho descansava perto de sua casa de palha, ouviu um farfalhar nos arbustos. De lá saiu um grande e astuto lobo que havia observado o porquinho de longe.
– Porquinho, porquinho, deixe-me entrar – disse o lobo com um sorriso astuto.
– Nem sequer na sombra do meu queixo – respondeu o porquinho desafiadoramente.
– Então eu vou assoprar, vou bufar e vou derrubar sua casa! – rosnou o lobo. E com um grande sopro, o lobo derrubou a casa de palha. O porquinho gritou de medo e correu o mais rápido que pôde para a casa de seu irmão.

Capítulo 3: A Casa de Pau
O segundo porquinho, que era um pouco mais diligente, mas ainda assim algo preguiçoso, decidiu construir sua casa de pau. – Isso será mais resistente que a palha e não demorará muito – raciocinou. Passou alguns dias juntando paus e construindo sua casa. Era um pouco mais robusta que a cabana de palha, e ele se sentiu bastante satisfeito com seu trabalho.
Assim como seu irmão mais novo, o segundo porquinho logo foi visitado pelo mesmo lobo astuto. O lobo, lambendo os lábios ao pensar em dois porquinhos para o jantar, aproximou-se da casa de pau.
– Porquinho, porquinho, deixe-me entrar – exigiu.
– Nem sequer na sombra do meu queixo! – retrucou o segundo porquinho.
– Então eu vou assoprar, vou bufar e vou derrubar sua casa! – rugiu o lobo. O lobo soprou com todas as suas forças, e a casa de pau, embora mais resistente que a de palha, desabou. Os dois porquinhos gritaram de terror e correram para a casa de seu irmão mais velho.

Capítulo 4: A Casa de Tijolos
O terceiro porquinho, o mais velho e sábio dos três, decidiu construir sua casa de tijolos. – Vai levar tempo e esforço, mas valerá a pena – pensou. Ele cuidadosamente assentou cada tijolo, certificando-se de que todos estavam perfeitamente alinhados e que a argamassa era forte. Após semanas de trabalho árduo, finalmente completou sua sólida casa de tijolos.
O porquinho mais velho recebeu seus irmãos assustados em seu lar robusto.
– Vocês estão seguros aqui – assegurou ele. – Esta casa não vai desabar.
O lobo astuto, agora muito faminto e determinado, seguiu os porquinhos até a casa de tijolos.
– Porquinho, porquinho, deixe-me entrar – chamou ele de maneira ameaçadora.
– Nem sequer na sombra do meu queixo! – respondeu firmemente o porquinho mais velho.
– Então eu vou assoprar, vou bufar e vou derrubar sua casa! – rosnou o lobo. Ele assoprou e bufou com toda a sua força, mas a casa de tijolos permaneceu forte. O lobo, exausto e enfurecido, não conseguiu derrubar a sólida casa de tijolos.

Capítulo 5: O Plano do Lobo
O lobo, percebendo que não conseguia derrubar a casa de tijolos, elaborou um novo plano. Decidiu enganar os porquinhos para que deixassem a segurança de seu lar.
– Porquinhos – chamou ele docemente –, conheço um belo campo de nabos não muito longe daqui. Gostariam de vir comigo para colher alguns para uma refeição deliciosa?
O porquinho mais velho não foi facilmente enganado.
– Onde fica esse campo? – perguntou.
O lobo, pensando-se muito esperto, respondeu:
– Na fazenda do Sr. Smith, do outro lado da colina. Encontro vocês lá amanhã de manhã, às seis horas.
O porquinho mais velho, sendo sábio, acordou às cinco horas da manhã no dia seguinte. Foi até a fazenda do Sr. Smith, colheu os nabos e retornou para casa antes mesmo do lobo chegar. Quando o lobo bateu na porta às seis, os porquinhos já estavam desfrutando de seus nabos.
O lobo, agora mais irritado do que nunca, tentou outro truque.
– Porquinhos, conheço um pomar com as maçãs mais doces que vocês podem imaginar. Vamos lá amanhã de manhã, às cinco horas?
Novamente, o porquinho mais velho enganou o lobo. Ele foi ao pomar às quatro horas, colheu as maçãs e retornou antes que o lobo chegasse. O lobo ficou furioso ao encontrar os porquinhos já comendo suas maçãs quando chegou.
Capítulo 6: O Último Truque
Desesperado e faminto, o lobo teve mais um plano.
– Porquinhos – disse ele –, haverá uma feira na cidade amanhã. Vamos juntos?
O porquinho mais velho concordou, mas planejou sair cedo mais uma vez. Na manhã seguinte, ele e seus irmãos foram à feira ao amanhecer, aproveitaram as festividades e retornaram para casa antes que o lobo pudesse alcançá-los.
No entanto, o lobo, determinado a ter sua refeição, chegou ao recinto da feira e viu os porquinhos partindo. Ele os perseguiu até a casa de tijolos. Mas, quando chegou à casa robusta, encontrou a porta firmemente trancada e as janelas bem fechadas.
Capítulo 7: A Chaminé
Frustrado e sem vontade de desistir, o lobo decidiu descer pela chaminé. O porquinho mais velho, percebendo o plano do lobo, acendeu rapidamente um fogo crepitante na lareira e colocou um grande caldeirão de água sobre ele.
Enquanto o lobo descia pela chaminé, caiu diretamente na água fervente. Ele soltou um grito e pulou do caldeirão, queimado e derrotado. Escapou rapidamente da chaminé e fugiu, nunca mais sendo visto.
Capítulo 8: A Celebração
Os três porquinhos, sãos e salvos, celebraram sua vitória. Eles aprenderam que o trabalho duro e a perseverança valem a pena. A casa de tijolos do porquinho mais velho permaneceu como um símbolo de sua força e inteligência, e os irmãos viveram felizes para sempre, livres da ameaça do astuto lobo.
Eles frequentemente relembravam suas aventuras, agradecidos pela sabedoria do irmão mais velho e pela lição de que a diligência e o esforço sempre são recompensados.

E assim, os três porquinhos viveram pacificamente em sua casa de tijolos, aproveitando os frutos de seu trabalho e a segurança de seu lar bem construído.