Tempo de leitura: 7 min

Sobre a História: Os Trabalhos de Hércules é um Myth de greece ambientado no Ancient. Este conto Dramatic explora temas de Redemption e é adequado para All Ages. Oferece Inspirational perspectivas. Testemunhe os feitos heroicos de Hércules enquanto ele conquista doze épicos trabalhos na Grécia antiga.
Era uma vez, na antiga Grécia, um herói de imensa força e coragem chamado Hércules. Ele era filho de Zeus, o rei dos deuses, e de Alcmena, uma mulher mortal. Desde jovem, Hércules demonstrou força e bravura extraordinárias, o que o diferenciava dos mortais comuns. No entanto, sua linhagem divina também despertou a ira de Hera, a esposa ciumenta de Zeus. Movida pelo ódio, Hera lançou um feitiço de loucura sobre Hércules, fazendo com que ele cometesse um trágico ato de violência contra sua própria família. Em seu remorso e busca por redenção, Hércules procurou orientação no Oráculo de Delfos. O Oráculo instruiu-o a servir ao rei Euristeu de Tirinto e completar doze labores aparentemente impossíveis como expiação.
A primeira tarefa de Hércules foi matar o Leão de Neméia, uma besta monstruosa que aterrorizava a região de Neméia. O leão possuía uma pele impermeável às armas, tornando-o um oponente formidável. Armada apenas com sua força e coragem, Hércules aventurou-se na cova do leão. Após uma luta feroz, ele percebeu que suas armas eram inúteis contra a besta. Indiferente, Hércules usou sua imensa força para estrangular o leão com as próprias mãos. Vitorioso, ele desfez a pele do leão e a vestiu como um manto, símbolo de seu triunfo e proteção. O segundo labor levou Hércules aos pântanos de Lerna, onde enfrentou a Hidra de Lerna, uma criatura serpente com múltiplas cabeças. A cada vez que Hércules decapitava uma das cabeças da Hidra, duas novas cresciam em seu lugar. Para superar esse desafio, Hércules contou com a ajuda de seu sobrinho Iolau. Juntos, eles elaboraram um plano: Hércules cortaria cada cabeça, e Iolau cauterizaria a ferida com uma tocha para impedir que regenerasse. Após uma batalha exaustiva, eles conseguiram destruir a Hidra. Como medida final, Hércules mergulhou suas flechas no veneno da Hidra, garantindo sua letalidade em batalhas futuras. Para seu terceiro labor, Hércules foi encarregado de capturar a Cerva de Cerínia, um cervo sagrado com galhadas douradas e cascos de bronze. Essa criatura ágil e esquiva era amada pela deusa Ártemis, e machucá-la era estritamente proibido. Hércules passou um ano perseguindo a cerva, finalmente capturando-a sem causar danos. Ele trouxe a cerva ao rei Euristeu, que ficou estupefato com a habilidade do herói de completar uma tarefa tão delicada sem derramar sangue. O quarto labor exigia que Hércules capturasse o Javali de Erimanto, uma besta gigante que aterrorizava a região de Erimanto. Hércules perseguiu o javali pelas montanhas cobertas de neve, finalmente encurralando-o em uma profunda vala de neve. Usando sua imensa força, ele subjugou o javali e o carregou de volta a Euristeu, que, por sua covardia, escondeu-se em um grande jarro ao ver a criatura temível. O quinto labor de Hércules parecia mais adequado a um servo do que a um herói: ele deveria limpar os Estábulos de Augias, que abrigavam milhares de bovinos e não eram limpos há anos. Diante dessa tarefa assustadora, Hércules utilizou não apenas sua força, mas também sua inteligência. Ele desviou o curso de dois rios para que fluíssem através dos estábulos, lavando toda a sujeira em um único dia. Embora Euristeu tentasse negar o mérito de Hércules por este labor, alegando que não contava porque ele havia usado os rios, a engenhosidade do herói era inegável. Em seguida, Hércules foi enviado aos Pântanos de Estínfalo para lidar com um bando de aves carnívoras com penas metálicas que podiam ser lançadas como flechas. Com a ajuda de Atena, que lhe forneceu um par de castanholas de bronze, Hércules assustou as aves até voarem. Enquanto elas tomavam voo, ele as derrubou com suas flechas envenenadas, livrando a região de sua ameaça mortal. Para seu sétimo labor, Hércules viajou para Creta para capturar o Touro Cretense, uma besta magnífica que vinha causando destruição por toda a ilha. Com sua força incrível, Hércules lutou com o touro até derrubá-lo e o trouxe de volta a Euristeu. O rei, aterrorizado pela visão do touro, o soltou na natureza, onde mais tarde se tornou uma das criaturas derrotadas por Teseu. O oitavo labor envolveu capturar as éguas carnívoras de Diomedes, o rei da Trácia. Esses cavalos ferozes se alimentavam de carne humana, e sua selvageria era incomparável. Hércules, com a ajuda de seu leal amigo Abderus, conseguiu subjugar as éguas. Em uma reviravolta trágica, Abderus foi morto pelos cavalos. Enlutado pela perda de seu amigo, Hércules alimentou Diomedes às próprias éguas, domando-as assim. Ele trouxe os cavalos subjugados de volta a Euristeu, que os libertou. O nono labor enviou Hércules à terra das Amazonas para recuperar o cinto de Hipólita, sua rainha. O cinto era um presente de Ares, o deus da guerra, e era altamente valorizado. Hipólita, impressionada pela reputação de Hércules, inicialmente concordou em lhe entregar o cinto. No entanto, Hera, disfarçada de guerreira amazona, incitou as Amazonas contra Hércules. Uma feroz batalha se seguiu, durante a qual Hipólita foi morta. Hércules conseguiu tomar o cinto e devolvê-lo a Euristeu. Para seu décimo labor, Hércules foi encarregado de obter o gado de Gerião, um gigante temível com três corpos. Esse labor levou Hércules ao fim do mundo, onde encontrou inúmeros obstáculos, incluindo o cão de duas cabeças Órtro e o pastor de Gerião, Eurição. Hércules derrotou todos eles e, eventualmente, enfrentou Gerião. Após uma batalha feroz, Hércules saiu vitorioso e conduziu o gado de volta a Euristeu. Embora originalmente encarregado de doze labores, Euristeu declarou que dois deles não contavam, forçando Hércules a realizar dois labor adicionais. O décimo primeiro labor envolveu recuperar as maçãs de ouro das Hespérides, guardadas por um dragão de cem cabeças chamado Ladon. Hércules procurou a ajuda de Atlas, o titã que sustentava o céu. Em troca de recuperar as maçãs, Hércules concordou em assumir temporariamente o fardo de Atlas. Atlas, vendo uma chance de liberdade, tentou deixar Hércules com o céu. No entanto, Hércules astutamente enganou Atlas para que retomasse o céu e escapou com as maçãs. O labor final exigia que Hércules descesse ao Submundo e capturasse Cérbero, o cão de três cabeças guardião dos portões do submundo. Com a orientação de Hermes e Atena, Hércules confrontou Hades, o deus do submundo, e pediu permissão para levar Cérbero. Hades concordou sob a condição de que Hércules capturasse a besta sem usar armas. Usando sua imensa força, Hércules lutou com Cérbero até que ele se submetesse e o trouxe à superfície. Euristeu, aterrorizado pela visão do cão monstruoso, suplicou a Hércules que devolvesse Cérbero ao submundo, o que ele fez, completando assim seus labores. Tendo completado com sucesso os doze labores, Hércules foi absolvido de seus pecados e conquistou seu lugar entre os maiores heróis da mitologia grega. Cada labor testou não apenas sua força e coragem, mas também sua engenhosidade e resiliência. A história de Hércules tornou-se um testemunho do poder da redenção e do espírito duradouro do heroísmo. Seus feitos foram celebrados por toda a Grécia, e seu legado perdurou por gerações, inspirando incontáveis contos de bravura e aventura.O Primeiro Labor: O Leão de Neméia
O Segundo Labor: A Hidra de Lerna
O Terceiro Labor: A Cerva de Cerínia
O Quarto Labor: O Javali de Erimanto
O Quinto Labor: Os Estábulos de Augias
O Sexto Labor: As Aves do Estínfalo
O Sétimo Labor: O Touro Cretense
O Oitavo Labor: As Éguas de Diomedes
O Nono Labor: O Cinto de Hipólita
O Décimo Labor: O Gado de Gerião
O Décimo Primeiro Labor: As Maçãs das Hespérides
O Décimo Segundo Labor: A Captura de Cérbero
Conclusão