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Sobre a História: O Gruffalo" é um Fairy Tale de ambientado no Contemporary. Este conto Humorous explora temas de Courage e é adequado para Children. Oferece Moral perspectivas. Um rato astuto usa sua inteligência para superar predadores famintos nas profundezas da floresta escura.
No fundo da floresta escura, um ratinho pequeno e esperto saiu para passear. A floresta era vasta e sombria, com árvores imponentes acima, cujas folhas balançavam na brisa leve. O bosque estava repleto de sussurros de animais e criaturas, tanto escondidas quanto visíveis, mas nenhuma tão astuta quanto o pequeno ratinho. Apesar de sua estatura diminuta, o rato se comportava com confiança, sabendo que a inteligência poderia ser sua maior aliada nessa floresta perigosa.
Enquanto caminhava silenciosamente com seus pés minúsculos, ele ouviu um farfalhar entre os arbustos. Saltou dali uma raposa faminta, com olhos brilhando na luz tênue da floresta.
Mas o ratinho não foi tão facilmente enganado. O ratinho sorriu astutamente e começou a descrever a criatura aterrorizante que acabara de inventar. “Um Gruffalo, veja, tem presas terríveis, garras terríveis e dentes terríveis em suas mandíbulas terríveis.” A raposa parecia desconfortável, seus olhos se movendo de um lado para o outro como se um Gruffalo pudesse surgir a qualquer momento. “Onde você vai encontrar esse Gruffalo?” perguntou hesitante. O rosto da raposa palideceu e, sem mais palavras, ela correu para os arbustos, desaparecendo nas sombras da floresta. O rato sorriu para si mesmo, satisfeito com sua esperteza. “Tola velha raposa,” pensou. “Ela não sabe que não existe tal coisa como um Gruffalo!” O ratinho continuou sua jornada pela floresta, cantarolando uma melodia. À medida que adentrava mais profundamente no bosque, ouviu outro som. Desta vez, era o som lento e rastejante de algo se aproximando pela grama. Deslizou dali uma cobra, longa e elegante, sua língua cintilando para dentro e para fora enquanto observava o rato com interesse. O ratinho sabia que não deveria confiar no convite da cobra. “Obrigado, Cobra,” respondeu educadamente. “Mas receio que tenha que recusar. Acabei de fazer planos para jantar com um Gruffalo.” Mais uma vez, o ratinho inventou sua história. “Um Gruffalo é uma criatura com joelhos nodosos, dedões virados para fora e uma verruga venenosa na ponta do nariz.” A cobra piscou, claramente assustada. “Onde você vai encontrar esse Gruffalo?” perguntou. Com isso, a cobra recuou de horror, deslizando o mais rápido que pôde para as sombras da floresta. “Tola velha cobra,” pensou o rato, continuando seu caminho. “Ela não sabe que não existe tal coisa como um Gruffalo!” O ratinho, agora completamente satisfeito com sua esperteza, caminhava cada vez mais para o coração da floresta. As árvores tornavam-se mais altas e densas, seus galhos formando um dossel que bloqueava grande parte da luz do sol. O ar estava mais fresco, e havia uma quietude na floresta que parecia quase mágica. De repente, uma sombra passou sobre o rato, e ele olhou para cima para ver uma coruja descendo das copas das árvores. A coruja aterrissou graciosamente em um galho e observou o rato com olhos penetrantes. O rato sorriu para si mesmo. “Obrigado, Coruja,” disse ele. “Mas já fiz planos. Estou encontrando um Gruffalo para tomar chá.” A coruja piscou surpresa. “Um Gruffalo? O que é um Gruffalo?” E mais uma vez, o ratinho descreveu a criatura assustadora. “Oh, o Gruffalo,” disse o rato casualmente. “Ele tem olhos laranjas, uma língua preta e espinhos roxos por toda a sua costas.” A coruja mudou-se nervosamente em seu galho. “Onde você vai encontrar esse Gruffalo?” perguntou. A coruja alarmou-se e voou rapidamente para o céu, batendo as asas furiosamente enquanto desaparecia acima das copas das árvores. “Tola velha coruja,” riu o rato, continuando seu caminho. “Ela não sabe que não existe tal coisa como um Gruffalo!” O ratinho agora havia espantado com sucesso três predadores e estava se sentindo bastante satisfeito consigo mesmo. Mas justamente quando estava se congratulando por sua esperteza, ouviu um som que fez um arrepio percorrer sua espinha. Era um rosnado baixo, seguido pelo peso de passos pesados. O chão parecia tremer enquanto algo enorme se aproximava. O ratinho virou-se lentamente, com o coração batendo forte no peito, e ali, bem à sua frente, estava o Gruffalo. E que Gruffalo era aquele! Exatamente como o rato havia descrito—presas terríveis, garras terríveis e dentes terríveis em suas mandíbulas terríveis. Ele tinha joelhos nodosos, dedões virados para fora e uma verruga venenosa na ponta do nariz. Seus olhos eram laranjas brilhantes, sua língua era preta e suas costas estavam cobertas de espinhos roxos. O Gruffalo olhou fixamente para o pequeno rato, sua voz profunda retumbando pela floresta. O Gruffalo se inclinou para cheirar o rato, seu hálito quente e fétido. Mas o rato, rápido como sempre, tinha um plano. O Gruffalo, curioso e divertido, decidiu brincar. “Muito bem,” disse ele. “Lidere o caminho, ratinho.” O rato conduziu o Gruffalo de volta pela floresta. Enquanto caminhavam, logo encontraram a raposa, que havia estado escondida atrás de uma árvore. Quando a raposa viu o Gruffalo, seus olhos se arregalaram de terror e, sem dizer uma palavra, ela virou e fugiu para o fundo da floresta. O Gruffalo parecia surpreso, mas não disse nada. Eles continuaram caminhando e logo encontraram a cobra, que estava tomando sol em uma rocha. No momento em que a cobra viu o Gruffalo, ela deslizou o mais rápido que pôde para longe. O Gruffalo coçou a cabeça, confuso, mas seguiu o rato adiante. Finalmente, eles chegaram à árvore da coruja. A coruja olhou o Gruffalo de relance e bufou de medo, voando o mais rápido que suas asas podiam levá-la. O Gruffalo, agora completamente confuso, olhou para baixo para o rato. “Mas eu estou com fome,” disse ele. “E depois de toda essa caminhada, realmente preciso de um lanche. E você?” O ratinho olhou para o Gruffalo e sorriu. O Gruffalo piscou, sem saber o que havia acabado de acontecer. Mas algo nos olhos do rato lhe disse que era melhor partir. Com um rosnado de frustração, o Gruffalo se virou e pisou na floresta, desaparecendo nas sombras. O rato o observou partir e então sorriu para si mesmo. “Tolo velho Gruffalo,” pensou. “Ele não sabe? Não existe tal coisa como um Gruffalo!” E com isso, o rato continuou seu caminho, de volta para a floresta profunda e escura.“Olá, ratinho,” disse a raposa com um sorriso astuto. “Para onde você está indo, tão pequeno e sozinho? Por que não vem para a minha toca? Eu estava prestes a almoçar. Você poderia se juntar a mim.”
“Obrigado, Raposa, mas eu devo recusar,” disse o rato. “Estou a caminho de almoçar com um Gruffalo.”
“Um Gruffalo?” exclamou a raposa, sua cauda espessa tremendo nervosamente. “O que é um Gruffalo?”
“Bem aqui, perto dessas pedras,” respondeu o ratinho, apontando para um monte de pedras próximo. “E a propósito, a comida favorita dele é raposa assada.”
“Olá, ratinho,” sibilou a cobra. “Para onde você está indo com tanta pressa? Por que não vem para a minha pilha de toras? Eu estava prestes a fazer uma bela festinha.”
“Um Gruffalo?” perguntou a cobra, lançando sua língua nervosamente. “O que é um Gruffalo?”
“Bem aqui, perto desta pilha de toras,” respondeu o ratinho. “E a propósito, a comida favorita dele é cobra mexida.”
“Olá, ratinho,” disse a coruja. “O que você está fazendo aqui na floresta escura? Por que não vem para o meu topo de árvore? Eu estava prestes a tomar um chá.”
“Bem aqui, perto desta árvore,” respondeu o ratinho. “E a propósito, a comida favorita dele é sorvete de coruja.”
“Oh, socorro!” pensou o rato. “É um Gruffalo!”
“Você será uma ótima refeição,” rosnou ele.
“Você não quer me comer,” disse o ratinho confiantemente. “Eu sou a criatura mais assustadora desta floresta. Se você vier comigo, vou te provar.”
“Viu?” disse o ratinho. “Eu disse que era o mais assustador.”
“Viu?” disse o rato novamente. “Todos têm medo de mim.”
“Viu,” disse o ratinho. “Agora você acredita em mim? Todos na floresta estão aterrorizados de mim.”
“Não, obrigado,” disse o rato. “Acho que é hora de você ir.”