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O Grande Rio de Dois Corações
Nick Adams sets up camp by the river at sunset, finding peace in the serene wilderness as the warm hues of the sky and calm flow of the river create a tranquil ambiance.

Sobre a História: O Grande Rio de Dois Corações é um Realistic Fiction de united-states ambientado no 20th-century. Este conto Descriptive explora temas de Nature e é adequado para Adults. Oferece Inspirational perspectivas. Um veterano busca paz na beleza natural da wilderness de Michigan.

Nick Adams saiu do rio e entrou no prado. O trem já tinha partido, e ele sentiu um silêncio profundo e constante no ar. Ficou parado sobre os trilhos e olhou para a distância, observando como a fumaça do trem se dissipava nas árvores. A paisagem ao seu redor, antes marcada pelas intervenções humanas, havia retomado uma beleza calma e natural. O rio, fluindo constantemente pela paisagem, estava vivo, com suas águas claras e puras refletindo o céu azul.

A jornada de Nick o trouxe até aqui, a este lugar de paz, um contraste nítido com o caos que deixara para trás. Sua mochila, pesada com provisões, pressionava seus ombros enquanto ele começava a caminhar pelo prado. Cada passo o afastava mais das memórias da guerra e da cidade, do barulho e da confusão, aproximando-o de algo mais simples, algo real. Movia-se lentamente, com propósito, sentindo a atração do rio e a tranquilidade das florestas ao redor.

Enquanto Nick caminhava, notava os sinais de vida ao seu redor. O prado estava repleto de insetos e o farfalhar de pequenas criaturas na grama. O cheiro dos pinheiros preenchia o ar, fresco e limpo, e ele podia ouvir o zumbido constante da floresta ao seu redor. Era o final da tarde, e o sol começava a se pôr no horizonte, lançando uma luz dourada sobre a paisagem. O mundo parecia ao mesmo tempo atemporal e imediato, um lugar onde Nick finalmente poderia começar a se sentir como ele mesmo novamente.

O fogo da guerra havia se apagado, e agora, neste lugar tranquilo, Nick esperava encontrar alguma medida de paz. Movia-se pelo prado, com os olhos fixos no rio, onde montaria acampamento para a noite.

Parte I: O Prado e o Rio

Nick chegou à borda do prado e olhou para o vale onde o rio corria. A água era clara e de fluxo rápido, cortando as pedras e troncos caídos com um ritmo constante. Era uma visão linda, e Nick ficou parado por um longo momento, simplesmente observando a água enquanto se deslocava rio abaixo. O som do rio era calmante, um murmúrio constante que se misturava com o farfalhar das árvores e o ocasional canto de pássaros.

Desceu a ladeira, cuidando para não perturbar a vegetação rasteira enquanto se dirigia à margem do rio. A grama era densa e elástica sob os pés, e Nick podia sentir o calor do dia começando a ceder lugar à frescura da noite. Quando chegou à beira do rio, ajoelhou-se e mergulhou a mão na água. Estava fria e refrescante, e por um momento, permitiu-se simplesmente apreciar a sensação dela contra a sua pele.

Um homem se ajoelha à beira de um rio de correnteza rápida, mergulhando a mão na água fria e cristalina.
Nick se ajoelha à beira do rio, sentindo a água fria e límpida enquanto contempla a beleza e a serenidade da natureza selvagem.

Nick levantou-se e procurou um bom lugar para montar acampamento. A poucos metros, encontrou uma área plana próxima a um agrupamento de pinheiros e colocou a mochila no chão. Recolheu madeira para uma fogueira, trabalhando com cuidado e meticulosidade, seus movimentos precisos e deliberados. Não havia pressa ali, nenhuma urgência para terminar as tarefas. Ele podia tomar o seu tempo, desfrutar das tarefas simples de montar o acampamento e deixar o dia se desenrolar ao seu próprio ritmo.

A fogueira foi fácil de acender, e logo Nick tinha um pequeno fogo queimando, crepitando alegremente no crepúsculo que se aproximava. Desembalou suas provisões, preparando uma refeição simples de feijão e pão, e sentou-se à beira do fogo, observando as chamas dançarem e tremeluzirem na luz da noite. O rio continuava seu fluxo constante atrás dele, uma companhia constante na escuridão crescente.

Após comer, Nick encostou-se em um tronco e olhou para o céu. As estrelas começavam a aparecer, uma a uma, brilhando contra o azul profundo da noite. O ar estava fresco agora, e ele podia sentir as primeiras brisas movendo-se pelas árvores. Era uma noite perfeita, tranquila e pacífica, e pela primeira vez em muito tempo, Nick se sentia à vontade.

Parte II: Pesca no Rio

Nick acordou cedo na manhã seguinte, a primeira luz do amanhecer começando a tocar as copas das árvores. Esticou-se, sentindo a rigidez nos músculos da caminhada do dia anterior, mas era um cansaço bom, aquele que vem de um trabalho honesto. Revirou as cinzas do fogo e adicionou mais alguns troncos, reacendendo as chamas, e então começou a preparar um café da manhã simples.

Após comer, Nick começou a se preparar para a pesca do dia. Tinha trazido sua vara e alguns suprimentos, e agora trabalhava cuidadosamente para amarrar sua linha, verificando os nós e garantindo que tudo estivesse em ordem. Pescar era mais do que apenas uma maneira de passar o tempo para Nick—era uma forma de se conectar com o mundo ao seu redor, de encontrar um ritmo na ordem natural das coisas.

Dirigiu-se até o rio, pisando com cuidado sobre as pedras e troncos que margeavam a margem. A água estava fresca e de fluxo rápido, clara como vidro enquanto fluía sobre as pedras lisas abaixo. Nick entrou na água rasa, sentindo a corrente puxar suas pernas enquanto lançava a linha para as águas mais profundas. O ritmo de lançar e recolher a vara era calmante, e Nick rapidamente se perdeu na tarefa, sua mente tranquila enquanto se concentrava na sensação da vara em suas mãos e no movimento da água ao seu redor.

Um homem em pé em águas rasas, lançando uma linha de pesca em um rio claro, cercado por árvores e pedras.
Nick lança sua linha no claro e sereno rio, apreciando o silêncio isolado da natureza enquanto pesca tranquilamente.

Por horas, Nick pescou no rio, movendo-se para cima e para baixo da margem, tentando diferentes pontos onde a água fluía mais lentamente ou se acumulava em poças profundas. O sol subiu mais alto no céu, e o dia ficou mais quente, mas Nick prestava pouca atenção à passagem do tempo. Estava completamente absorvido no momento, sua mente livre das preocupações e distrações que o assombravam na cidade.

À medida que o dia avançava, Nick pegou alguns pequeños trutas, suas escamas brilhando à luz do sol enquanto as retirava da água. Admirava sua beleza por um momento antes de soltá-las de volta no rio, observando-as desaparecer nas profundezas. Era suficiente simplesmente estar ali, sentir a força da água e o peso da vara em suas mãos, saber que fazia parte de algo maior que si mesmo.

No meio da tarde, Nick sentiu-se pronto para fazer uma pausa. Retornou ao acampamento, suas pernas cansadas, mas o espírito leve. Sentou-se junto ao fogo e cozinhou uma das trutas que havia pescado, saboreando o gosto fresco do peixe enquanto comia. O dia estava quente e pacífico, o rio ainda correndo constantemente ao seu lado, e Nick sentiu um profundo senso de satisfação.

Parte III: A Floresta e a Fogueira

Com o sol começando a se pôr, Nick decidiu fazer uma caminhada pela floresta. Deixou seu acampamento e dirigiu-se para as árvores, movendo-se silenciosamente pela vegetação rasteira. A floresta estava densa e sombria, as árvores altas e antigas, seus galhos balançando suavemente na brisa da noite. Nick caminhava lentamente, absorvendo as vistas e sons dos bosques ao seu redor, sentindo o frescor do ar enquanto o dia dava lugar à noite.

Um homem caminhando por uma floresta densa ao entardecer, cercado por altas árvores e longas sombras.
Nick caminha pela floresta ao crepúsculo, a luz de fim de dia projetando longas sombras enquanto ele navega pelos bosques tranquilos e misteriosos.

Chegou a uma pequena clareira, onde as árvores se abriam para revelar um pedaço de céu. As estrelas já começavam a aparecer, e Nick ficou parado por um momento, simplesmente observando enquanto a escuridão se aprofundava e o céu se enchia de luz. Foi um momento tranquilo e bonito, e Nick sentiu uma sensação de paz envolvê-lo. O mundo ao seu redor era vasto e desconhecido, mas neste pequeno recanto, ele havia encontrado um lugar onde podia se sentir em casa.

Nick retornou ao seu acampamento à medida que a noite caía, o fogo ainda queimando intensamente na escuridão. Adicionou mais alguns troncos e sentou-se junto às chamas, observando-as tremeluzirem e dançarem, lançando sombras pelo chão. A noite estava fresca, e as estrelas acima brilhavam claras e intensas, sua luz refletida na superfície do rio. Foi uma noite perfeita, e Nick sentiu um profundo senso de contentamento enquanto se sentava junto ao fogo, sozinho, mas não solitário, rodeado pela beleza do mundo natural.

Parte IV: O Retorno

Na manhã seguinte, Nick acordou cedo novamente, a primeira luz do amanhecer começando a tocar as copas das árvores. Empacotou seu acampamento lentamente, saboreando os últimos momentos de seu tempo à beira do rio. O fogo havia se reduzido a brasas, e o ar estava fresco e puro enquanto ele se movimentava pelo acampamento, reunindo suas coisas e se preparando para partir.

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Nick retornou pelo prado, o sol nascendo por trás dele enquanto caminhava. O rio corria constantemente ao seu lado, suas águas claras e brilhantes na luz da manhã. Nick sentiu um senso de paz enquanto atravessava a paisagem, uma sensação que havia estado ausente por tanto tempo. A guerra, a cidade, o barulho—tudo estava muito atrás dele agora, e em seu lugar havia algo mais simples, algo real.

Ao chegar à borda do prado e olhar para o rio uma última vez, Nick sentiu uma profunda sensação de gratidão. Este lugar, este canto tranquilo do mundo, havia lhe dado algo que ele buscava—um senso de paz, um sentimento de conexão com o mundo ao seu redor. Ele se virou e começou a caminhar, o rio ainda fluindo atrás dele, uma presença constante e firme ao longe.

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