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O Pooka
A mystical scene introducing the legend of 'The Pooka,' set on Ireland's Hill of Horses under a moonlit sky, where man and magic intertwine.

Sobre a História: O Pooka é um Legend de ireland ambientado no Medieval. Este conto Dramatic explora temas de Redemption e é adequado para All Ages. Oferece Moral perspectivas. Uma lendária história irlandesa de magia, acordos e redenção.

No coração da campina enevoada da Irlanda, existe um lugar onde mito e realidade se entrelaçam, um lugar onde sussurros do mundo antigo ainda podem ser ouvidos: a aldeia de Kilmore. Aninhada entre colinas ondulantes e densas florestas verde-esmeralda, Kilmore era uma pequena comunidade de agricultores e pastores que viviam próximos à terra e ainda mais próximos de suas histórias. Entre suas lendas mais duradouras estava a história do *Pooka*, um espírito metamórfico que dizia-se assombrar a colina próxima conhecida como *Cnoc na gCapall*—a Colina dos Cavalos.

O Pooka era uma criatura de natureza dual, tanto temida quanto reverenciada. Ele podia trazer bênçãos ou calamidades, riquezas ou ruína. Aparecendo mais frequentemente como um garanhão preto elegante com olhos brilhantes, semelhantes a brasas, o Pooka dizia-se vagar pelo campo à espreita na escuridão, observando, ouvindo e, às vezes, intervindo nos assuntos dos mortais. Mas sua ajuda, se concedida, nunca vinha sem consequências. Negociar com o Pooka era como dançar com sombras.

Esta é a história de uma dessas negociações, um conto de desespero, coragem e redenção, de um jovem fazendeiro chamado Eamon O’Connor e seu encontro fatídico com o Pooka.

Capítulo Um: Uma Aldeia à Beira

Kilmore sempre foi um lugar tranquilo, seu povo ligado aos ritmos da terra. Mas em um ano, uma terrível seca varreu a terra, deixando os campos rachados e estéreis. Riachos secaram e o gado emagreceu e adoeceu. Quando o outono chegou, ficou claro que o inverno à frente seria rigoroso.

Eamon O’Connor, um fazendeiro trabalhador de cerca de vinte e poucos anos, assistia impotente enquanto suas plantações murchavam sob o sol implacável. Sua esposa, Maeve, tentava manter o otimismo pelo bem de seus filhos, Finn e Aisling, mas o medo em seus olhos era inconfundível. As reservas de comida da família estavam quase vazias, e os animais que restavam eram fracos demais para serem vendidos ou abatidos.

“Vamos conseguir passar por isso,” disse Maeve uma noite enquanto se sentavam junto ao fogo, as crianças dormindo no canto. “Sempre conseguimos.”

Eamon queria acreditar nela, mas o peso de sua situação era esmagador. Naquela noite, enquanto a luz do fogo tremeluzia nas paredes, ele tomou uma decisão. Iria até *Cnoc na gCapall* e buscaria a ajuda do Pooka.

Os aldeões frequentemente deixavam oferendas na base da colina—cestas de aveia, tigelas de leite—na esperança de apaziguar o espírito. Mas ninguém ousava escalar a colina ou se dirigir diretamente ao Pooka. Fazer isso era convidar a atenção dele, e as consequências de tal encontro eram imprevisíveis. No entanto, Eamon sentia que não tinha escolha.

Capítulo Dois: A Ascensão

Na noite de Samhain, quando o véu entre os mundos estava mais tênue, Eamon partiu para Cnoc na gCapall. A lua pendia baixa e cheia no céu, lançando um brilho estranho sobre a paisagem. O ar estava frio e imóvel, e uma fina névoa pairava no chão como um manto fantasmagórico.

Carregando apenas uma lanterna e sua coragem, Eamon começou a subida. O caminho era íngreme e irregular, e o silêncio era quebrado apenas pelo crepitar de suas botas na grama coberta de geada. À medida que ascendia, uma sensação estranha se apoderava dele—uma sensação de que estava sendo observado.

Quando chegou ao cume, colocou a lanterna no chão e chamou para a escuridão. “Grande espírito da colina,” disse ele, sua voz firme apesar do medo que corroía seu estômago. “Sou Eamon O’Connor, um fazendeiro de Kilmore. Procuro sua ajuda.”

Por um momento, não houve resposta. Então, das sombras, veio o som de cascos. Lentamente, uma figura emergiu—um magnífico garanhão negro, seu pelo brilhando como obsidiana polida, seus olhos ardendo com uma luz de outro mundo. O Pooka havia chegado.

Capítulo Três: A Negociação

“You dare to summon me?” the Pooka’s voice echoed, though its mouth did not move. The sound was deep and resonant, like the tolling of a distant bell.

“Você se atreve a me convocar?” a voz do Pooka ecoou, embora sua boca não se movesse. O som era profundo e ressonante, como o toque de um sino distante.

Eamon caiu de joelhos. “I mean no disrespect, great spirit,” he said. “But my family is in need. Our crops have failed, and we will not survive the winter without your help.”

Eamon ajoelhou-se. “Não quero desrespeitar, grande espírito,” disse ele. “Mas minha família está em necessidade. Nossas plantações falharam e não sobreviveremos ao inverno sem sua ajuda.”

The Pooka circled him, its movements fluid and graceful, its gaze unblinking. “And what will you offer in return?” it asked. “For nothing in this world is given freely.”

O Pooka circulou ao seu redor, seus movimentos fluidos e graciosos, seu olhar fixo e inabalável. “E o que você oferecerá em troca?” perguntou ele. “Nada neste mundo é dado de graça.”

Eamon hesitated. He had little to offer beyond his labor and his loyalty. “Whatever you ask of me,” he said at last.

Eamon hesitou. Tinha pouco a oferecer além de seu trabalho e sua lealdade. “O que quer que você me peça,” disse ele finalmente.

The Pooka’s eyes seemed to glow brighter. “Very well,” it said. “Your fields will flourish, but remember this: all gifts come with a price.”

Os olhos do Pooka pareciam brilhar mais intensamente. “Muito bem,” disse ele. “Seus campos florescerão, mas lembre-se: todos os presentes têm um preço.”

Before Eamon could ask what the price would be, the Pooka vanished, leaving only the faint scent of wildflowers in its wake.

Antes que Eamon pudesse perguntar qual seria o preço, o Pooka desapareceu, deixando apenas o leve aroma de flores silvestres em seu rastro.

Capítulo Quatro: Uma Colheita como Nenhuma Outra

Na manhã seguinte, Eamon acordou e encontrou seus campos transformados. O solo antes estéril agora era rico e escuro, repleto de hastes douradas de trigo. A visão trouxe lágrimas aos seus olhos. Maeve e as crianças juntaram-se a ele nos campos, suas risadas ecoando pelo ar fresco da manhã.

A notícia da colheita milagrosa se espalhou rapidamente pela aldeia, e Eamon tornou-se objeto de admiração e suspeita. Alguns acreditavam que ele havia sido abençoado pelos santos, enquanto outros sussurravam que ele havia feito um acordo com forças mais sombrias.

Mas a alegria de Eamon foi breve. Pesadelos estranhos começaram a assombrá-lo—sonhos nos quais o Pooka aparecia, seus olhos flamejantes ardendo com uma intensidade que o fazia acordar em suor frio. E conforme os dias passavam, eventos perturbadores começaram a atormentar a aldeia. Sombras se moviam onde não havia luz, gado desaparecia e crianças falavam de figuras assustadoras observando-as das florestas.

Capítulo Cinco: A Profecia do Eremita

Desesperado para entender o que estava acontecendo, Eamon procurou *Padre Liam*, o sacerdote da aldeia, que o direcionou a um eremita conhecido como *Velho Seamus*. Seamus vivia profundamente na floresta, longe dos olhos curiosos da aldeia. Dizia-se que ele já havia sido um estudioso das fadas e conhecia mais sobre o Outro Mundo do que qualquer pessoa viva.

Seamus ouviu atentamente enquanto Eamon relatava seu encontro com o Pooka. Quando Eamon terminou, o eremita assentiu gravemente. “O Pooka é uma criatura de natureza dual,” disse ele. “Ele traz à tona o melhor e o pior naqueles que encontra. Para apaziguá-lo, você deve realizar um ato de verdadeira abnegação—algo dado não por ganho, mas pelo bem de outro.”

Capítulo Seis: A Oferenda

Na próxima Samhain, Eamon retornou a Cnoc na gCapall, carregando apenas um pão. Conforme a lua subia alto acima da colina, o Pooka apareceu, sua crina brilhando como a meia-noite líquida.

Eamon ajoelhou-se e estendeu o pão. “Isto não é para mim,” disse ele. “É um presente, dado livremente, como sinal de paz.”

O Pooka inclinou a cabeça, seus olhos flamejantes suavizando-se. “Você aprendeu bem, mortal,” disse ele. “Eu liberto você e sua aldeia do meu domínio.”

Capítulo Sete: Uma Lenda que Persiste

As ocorrências estranhas em Kilmore cessaram, e a aldeia começou a prosperar mais uma vez. Embora o Pooka nunca mais tenha sido visto, sua lenda perdurou, lembrança do equilíbrio entre a humanidade e as forças místicas do mundo.

Eamon viveu o resto de seus dias com um profundo respeito pelo poder do Outro Mundo, garantindo que a história do Pooka fosse passada às futuras gerações tanto como um aviso quanto como uma lição.

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