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Sobre a História: Boa noite, Durma Bem, Site Ocupado. é um Realistic Fiction de united-states ambientado no Contemporary. Este conto Poetic explora temas de Friendship e é adequado para Children. Oferece Educational perspectivas. Uma encantadora história de ninar onde cada máquina esforçada encontra a paz sob as estrelas.
À medida que o sol começava a se pôr sobre o canteiro de obras, um brilho dourado se instalava na paisagem, e as grandes máquinas sabiam que era hora de desacelerar. Após um longo dia de empurrões, elevações e construções, cada uma sentia o peso do trabalho do dia e aguardava ansiosamente uma noite de descanso.
Uma vez que os últimos raios de sol brilhavam nas gruas e a sombra da alta torre se estendia pelo chão, as máquinas começaram a dar boa noite.
A Escavadora, com seu braço forte e curvo e sua pá poderosa, havia trabalhado incansavelmente o dia todo, cavando trincheiras e preparando o caminho para a fundação do edifício. Ela havia levantado pedras grandes, movido montes de terra e removido rochas com graça e facilidade. Mas agora, até a máquina mais poderosa precisava descansar. "Boa noite, Escavadora," sussurrou o vento enquanto passava por seu braço. A Escavadora esticou sua pá, bocejou um longo bocejo mecânico e se acomodou para a noite. "Obrigado pelo seu árduo trabalho hoje," disse suavemente o Chefe de Obra. "Amanhã, haverá mais para construir, mas esta noite é hora de dormir." As luzes da Escavadora piscavam enquanto ela desligava, e logo o suave zumbido de seu motor se desfazia no silêncio. Era hora de deixar o trabalho do dia para trás e sonhar com as maravilhosas estruturas que surgiriam graças à sua força. Em seguida, veio a Grua, que esteve lá em cima do canteiro, levantando vigas de aço e posicionando-as exatamente onde precisavam estar. Seu braço longo se estendia graciosamente, como um gigante alcançando as estrelas. Durante todo o dia, ela girava e levantava, colocando cada peça com cuidado. Quando a noite se aproximava, a Grua abaixou seu braço e respirou fundo. "Boa noite, Grua," murmuraram as nuvens, girando suavemente no céu crepuscular. "Obrigado pela sua concentração e precisão," disse o Chefe de Obra, sorrindo para a imponente altura da Grua. "Descanse seus cabos e engrenagens, meu amigo. Amanhã, o horizonte crescerá por causa de você." A Grua deu um pequeno balanço suave ao abaixar seu gancho, finalmente em paz. Em breve, ela mergulharia em sonhos de estruturas imponentes e alturas elevadas, sabendo que deu tudo de si hoje. Então veio o Bulldozer, sua lâmina ampla e robusta brilhando sob a última luz do dia. Ele havia empurrado terra, nivelado sujeira e removido detritos o dia todo, preparando o terreno para o que estava por vir. A cada empurrão e empuxo, ele abria caminho para o progresso, garantindo que o canteiro estivesse pronto para a construção. "Boa noite, Bulldozer," sussurraram as árvores próximas, suas folhas farfalhando suavemente enquanto uma brisa passava. "Obrigado pela sua força e determinação," disse o Chefe de Obra, dando um tapinha grato em seu lado. "Você abriu caminho para o futuro. Agora, é hora de descansar." O motor do Bulldozer ronronou suavemente enquanto ele se acomodava na quietude, sua lâmina acostada perto do corpo. Ele soltou um suspiro contente e fechou os olhos, sonhando com estradas suaves e caminhos robustos. Perto dali, o Caminhão Basculante também estava desacelerando. Ele havia transportado cargas pesadas, movendo pedras, terra e tudo o que o canteiro precisava de um lugar para outro. Trabalhou duro, saltitando pelo terreno irregular, sua caçamba cheia e esvaziada repetidas vezes. Enquanto as estrelas começavam a brilhar no céu, o Caminhão Basculante sentiu o peso do sono puxando-o para baixo. "Boa noite, Caminhão Basculante," sussurraram as estrelas distantes, observando o canteiro sonolento de cima. "Obrigado pela sua resistência," disse o Chefe de Obra gentilmente. "Cada carga que você transportou nos aproximou do nosso objetivo. Descanse agora e sonhe com estradas e jornadas que ainda estão por vir." Os faróis do Caminhão Basculante diminuíram, e ele se reclinou sobre suas rodas, permitindo que a terra o acolhesse no sono. Ele adormeceu, imaginando novas estradas se estendendo amplamente, levando a lugares que ainda estava para explorar. A Betoneira havia passado o dia girando, misturando a mistura perfeita de cimento para o canteiro de obras. A cada giro, ela criava a base para paredes fortes e pisos estáveis. O dia todo, ela girou e torceu, misturando com ritmo e propósito. À medida que a noite se aprofundava, a Betoneira desacelerou seu giro, sentindo o tranquilo chamado do descanso. "Boa noite, Betoneira," sussurrou o chão que ela ajudou a fortalecer. "Obrigado pelo seu ritmo e consistência," disse o Chefe de Obra com um aceno. "Por sua causa, nosso edifício será sólido e estável." O tambor da Betoneira desacelerou até parar, e ela relaxou na quietude, sonhando com concreto liso e fundações sólidas. Uma a uma, cada máquina no canteiro de obras desacelerou, encontrando conforto em seus sonhos de construir um amanhã mais brilhante. Eles trabalharam juntos, cada um com sua função única, para aproximar o canteiro da conclusão. O Chefe de Obra caminhou pelo canteiro silencioso, apreciando o trabalho árduo de cada máquina. "Boa noite, meus amigos," sussurrou, sua voz suave e cheia de gratidão. "Descansam agora e deixem que seus sonhos os inspirem. Amanhã, construiremos novamente, juntos." E assim, todo o canteiro de obras ficou silencioso sob o céu estrelado, cada máquina descansando, sabendo que quando o sol raiasse, estariam prontas para construir mais uma vez.A Poderosa Escavadora
A Grua Imponente
O Estável Bulldozer
A Carga do Caminhão Basculante
O Redemoinho da Betoneira
A Equipe Leal