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Sobre a História: O Panqueca é um Folktale de norway ambientado no Medieval. Este conto Humorous explora temas de Wisdom e é adequado para Children. Oferece Moral perspectivas. A história de uma panqueca travessa que acha que pode escapar do seu destino.
Era uma vez, em uma charmosa vila norueguesa aninhada entre colinas ondulantes e fiordes serenos, vivia uma gentil senhora idosa. Esta mulher era conhecida de longe por suas deliciosas panquecas. Todas as manhãs, ela acordava antes do nascer do sol, misturava uma tigela de massa e preparava uma grande panqueca dourada que enchia sua pequena casa com um aroma quente e amanteigado. Contudo, uma manhã, algo extraordinário aconteceu com sua panqueca. Não era uma panqueca comum, pois essa panqueca tinha vontade própria.
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A história começa na casa da senhora idosa. Ela acabara de despejar a massa na frigideira quente e chiando, cantarolando uma melodia alegre. Conforme a panqueca cozinhava, começou a inchar, adquirindo uma linda cor dourada. A mulher estava prestes a virá-la quando, para sua surpresa, a panqueca pulou fora da frigideira! — "O que é isso?" exclamou a senhora assustada. — "Você ainda não está pronta! Volte aqui!" Mas a panqueca não estava com vontade de ser comida. Ela rolou para fora da mesa, saltou para o chão e começou a rolar para fora da porta da casa. Antes que a mulher conseguisse alcançá-la, a panqueca já estava na estrada de terra, rolando cada vez mais rápido, rindo de alegria enquanto escapava para o campo. Logo, a panqueca encontrou um celeiro. Lá dentro, uma vaca mastigava preguiçosamente feno. A vaca viu a panqueca rolando e chamou: — "Querida panqueca, você parece tão saborosa! Pare e me deixe comê-la!" Mas a panqueca apenas rolou adiante rindo: — "Fugi de uma senhora idosa e posso fugir de você também, mu-mu, então não adianta me perseguir!" A panqueca continuou rolando, deixando a vaca perplexa olhando para trás. Ela seguiu pela estrada até encontrar um grupo de crianças brincando perto de um riacho. Uma das crianças, com um olhar faminto nos olhos, disse: — "Oh, panqueca! Você parece tão deliciosa! Venha aqui e deixe-nos dar uma mordida!" A panqueca balançou de tanto rir e respondeu: — "Fugi de uma senhora idosa, de uma vaca e posso fugir de vocês também! Não vão me pegar, nem tentando!" E assim, a panqueca rolou para longe, mais rápido do que antes. A panqueca rolou mais profundamente na floresta, onde encontrou uma raposa astuta sentada sob uma árvore. A raposa observava a panqueca de perto com olhos sagazes. — "Bem, bem," disse a raposa com um sorriso maroto. — "Uma panqueca fugitiva! Deve estar cansada de tanto rolar. Venha descansar um pouco comigo." A panqueca, sentindo-se um pouco cansada, mas não totalmente confiável, respondeu: — "Fugi de uma senhora idosa, de uma vaca e de um bando de crianças. Certamente posso fugir de você também, Sr. Raposa!" A raposa, no entanto, não estava disposta a desistir tão facilmente. — "Ah, mas eu não sou como eles. Não quero te comer, querida panqueca. Só quero ser seu amigo," disse ela doce. A panqueca considerou isso por um momento, mas então sacudiu-se, livre de dúvidas, e continuou rolando pelo caminho. Não deixaria ninguém enganá-la. Enquanto rolava, encontrou um coelho mordiscando uma cenoura. O nariz do coelho se mexia de excitação. — "Olá, pequena panqueca! Você deve estar deliciosa! Não vai parar e me deixar dar uma mordida?" A panqueca riu: — "Fugi de uma senhora idosa, de uma vaca, de algumas crianças e de uma raposa astuta. Você acha que não posso fugir de você também, coelhinho?" E partiu, quicando mais rápido do que nunca, deixando o coelho pulando de confusão. A panqueca continuou rolando e rolando, encontrando todo tipo de animais pelo caminho—cada um deles ansioso por provar a panqueca dourada, e todos deixados para trás enquanto a panqueca os enganava e superava. Finalmente, a panqueca alcançou a margem de um rio. A água estava rápida e profunda, e pela primeira vez, a panqueca sentiu um arrepio de medo. — "Como vou atravessar isso?" pensou. Nesse momento, a raposa apareceu novamente, tendo seguido a panqueca desde a floresta. — "Minha querida panqueca," disse ela suavemente, — "vejo que está em apuros. Se quiser, posso te levar nas minhas costas." A panqueca olhou desconfiadamente para a raposa. — "Você não vai me comer, vai?" — "Claro que não," respondeu a raposa, fingindo inocência. — "Apenas quero ajudar." Não vendo outra opção, a panqueca concordou. Pulou nas costas da raposa, e ela começou a nadar através do rio. Mas, no meio do caminho, a raposa inclinou a cabeça para trás e disse: — "Você está escorregando, querida panqueca. Sobe para a minha cabeça para não cair." A panqueca fez o que foi dito, mas mal se moveu, a raposa jogou a cabeça para trás e fechou a boca rapidamente. Com um rápido gole, a raposa devorou a panqueca inteira. E esse foi o fim da jornada da panqueca. A história "A Panqueca" da Noruega é mais do que apenas um conto fantasioso de uma panqueca que foge de seu destino. É uma lição sobre astúcia, engenhosidade e a inevitabilidade do destino. Embora a jornada da panqueca tenha sido cheia de risos e fugas inteligentes, ela encontrou sua igual na raposa, que, com paciência e sagacidade, conseguiu onde os outros falharam. Quando os moradores se reuniram ao redor da casa da senhora idosa, a história da panqueca fugitiva se espalhou por toda parte. — "Ele pensou que poderia fugir para sempre," diziam, balançando a cabeça, — "mas sempre há alguém mais rápido ou mais esperto no final." E a partir desse dia, sempre que alguém fazia uma panqueca, dava-lhe um pequeno toque na lateral, como se lembrasse: "Você pode correr, mas não pode se esconder." A história de "A Panqueca" tornou-se um conto folclórico querido na Noruega, passado de geração em geração. Tornou-se uma história de advertência para crianças que tinham muita vontade de se aventurar e para adultos que acreditavam poder superar todos os desafios que a vida apresentava. Todos os anos, durante o festival de colheita da vila, os locais faziam uma panqueca gigante e observavam-na cozinhar até ficar dourada na maior frigideira que podiam encontrar. Quando estava pronta, as crianças se reuniam ao redor, e um dos anciãos da vila recontava a história da panqueca travessa, que pensava poder escapar de seu destino. Enquanto a história era contada, a panqueca era cortada em pedaços, cada pedaço representando uma parte da jornada da panqueca—a casa da senhora idosa, o celeiro com a vaca, o riacho com as crianças, a floresta com o coelho e, finalmente, o rio com a raposa. Um ano, algo extraordinário aconteceu. Enquanto o ancião da vila terminava o conto e estava prestes a cortar a panqueca, a panqueca começou a se contorcer. Ela tremia um pouco no prato e, então, para espanto de todos, rolou para fora e começou a descer pela estrada! Os moradores gasparam de surpresa, e as crianças aplaudiram, correndo atrás dela. Desta vez, no entanto, a panqueca não foi muito longe. Em vez de encontrar uma raposa, ela encontrou uma menininha chamada Solveig. — "Olá, panqueca," disse Solveig com um sorriso. — "Parece que você teve uma grande aventura. Mas você não precisa mais correr. Tenho algo melhor para você." A panqueca parou. — "O que pode ser melhor do que correr?" perguntou ela. — "Compartilhar," respondeu Solveig. Ela pegou a panqueca e a levou de volta para a vila. E naquele dia, pela primeira vez, a panqueca não foi comida inteira nem devorada por uma raposa astuta. Foi compartilhada entre todos os moradores, que concordaram que era a melhor panqueca que já tinham provado. A partir desse dia, a história da panqueca terminou de forma um pouco diferente. Em vez de ser comida pela raposa, a panqueca encontrou seu lugar no coração das pessoas, que aprenderam que, às vezes, as melhores aventuras são aquelas que você compartilha com os outros. {{{_04}}} Anos se passaram, e a história da panqueca cresceu. Ela tornou-se um símbolo de comunidade, de compartilhamento e bondade. Até hoje, naquela pequena vila norueguesa, ainda contam a história da panqueca que quase escapou. Mas, em vez de fugir de seu destino, ela o abraçou e, assim, encontrou algo ainda mais maravilhoso. E assim, a história de "A Panqueca" continua viva, lembrando a todos que, às vezes, a jornada não é sobre escapar, mas sobre encontrar onde você realmente pertence.A Jornada da Panqueca Travessa
Encontro com as Criaturas da Floresta
Uma Fuga por um Triz
A Moral da História
A Tradição Continua
Uma Reviravolta no Final
O Legado da Panqueca