Tempo de leitura: 7 min

Sobre a História: A História da Maçã Dourada da Discórdia é um Myth de greece ambientado no Ancient. Este conto Dramatic explora temas de Good vs. Evil e é adequado para All Ages. Oferece Moral perspectivas. Uma escolha, uma rivalidade e uma guerra que transformaram o mundo antigo.
Na terra da Grécia antiga, onde deuses e mortais compartilhavam o mundo em uma teia de destinos entrelaçados, uma história particular de amor, vaidade e vingança moldaria o curso da história. Este conto começa no casamento de Peleu e Tétis, um herói e uma ninfa do mar, cuja união seria abençoada por todos os deuses do Olimpo. Mas mesmo nos momentos mais jubilantes, a discórdia encontra uma maneira de escapar. Esta é a história da Maçã de Ouro, que levaria à Guerra de Troia e mudaria para sempre os destinos de deuses e homens.
O casamento de Peleu e Tétis foi grandioso e esplêndido, repleto de luz divina e música que ressoava pelos céus e pela Terra. Deuses olímpicos como Zeus, Hera, Atena e Afrodite reuniram-se para abençoar o casal. Enquanto as festividades aconteciam em pleno vigor, risadas encheram os salões do Monte Olimpo, e os deuses se deleitavam em festividades. No entanto, em sua alegria, esqueceram de convidar uma divindade—Éris, a deusa da discórdia e do conflito. Éris, que prosperava no caos, sentiu-se profundamente ofendida por essa exclusão. Determinada a fazer sua presença ser notada, ela elaborou um plano astuto para incitar rivalidade e discórdia entre os deuses. Ela criou uma maçã reluzente de ouro puro, gravada com a palavra "Kallisti"—que significava "Para a Mais Bela". Ela lançou a maçã de ouro no meio do banquete de casamento, deixando-a rolar pelo chão até que chamou a atenção das três deusas: Hera, Atena e Afrodite. No momento em que as três deusas avistaram a maçã, sua curiosidade se transformou em intriga, depois em ciúme e, finalmente, em feroz competição. Cada deusa acreditava ser a mais bela e, portanto, merecedora de reivindicar a maçã de ouro. Hera, a rainha dos deuses e esposa de Zeus, sentia que era seu direito como a mais poderosa e majestosa das deusas. Atena, a deusa da sabedoria e da guerra, via-se como a mais digna devido à sua inteligência e habilidade estratégica. Afrodite, a deusa do amor e da beleza, acreditava que seu charme e atrativo a faziam a escolha natural para tal prêmio. Incapazes de resolver sua disputa entre si, as deusas recorreram a Zeus para uma decisão. Mas mesmo o rei dos deuses estava cauteloso em fazer tal escolha, pois sabia que favorecer uma deusa lhe traria a ira das outras. Assim, ele elaborou um plano para escolher um juiz imparcial. Zeus selecionou Páris, um jovem e bonito príncipe de Troia, para julgar o concurso. Páris era conhecido por sua justiça e sabedoria, mas, mais importante, ele era mortal, o que evitava que os próprios deuses se envolvessem diretamente na rivalidade. Zeus despachou Hermes, o veloz deus mensageiro, para levar Páris até o sopé do Monte Ida, onde as deusas o aguardavam. Páris, embora inicialmente hesitante, concordou em agir como o juiz. As três deusas se aproximaram dele uma a uma, cada uma determinada a influenciar sua decisão. Cada deusa ofereceu a Páris um suborno que lhe concederia algo exclusivamente desejável. Hera foi a primeira, imposta sobre Páris com sua presença régia. Ela prometeu a ele poder e domínio, dizendo a Páris que, se a escolhesse como a mais bela, ele se tornaria o governante do maior império da Terra. Toda a riqueza e glória do mundo seriam dele. Em seguida, Atena avançou, seus olhos brilhando com sabedoria. Ela ofereceu a Páris habilidade incomparável na guerra e sabedoria inigualável. Com seu favor, ele seria vitorioso em todas as batalhas, temido pelos inimigos e reverenciado pelos aliados. Finalmente, Afrodite aproximou-se dele, sua beleza radiante como o amanhecer. Ela sussurrou a Páris que, se ele lhe concedesse a maçã de ouro, ela lhe daria o amor da mulher mais bela do mundo. Essa mulher era Helena de Esparta, esposa do rei Menelau e famosa por sua beleza incomparável. Páris, vencido pelo encanto de Afrodite e pela promessa de amor, concedeu a maçã de ouro a ela, declarando-a a mais bela das três deusas. Hera e Atena ficaram furiosas com essa decisão, sentindo-se humilhadas e desrespeitadas. Ambas juraram que trariam ruína a Páris e ao seu povo por essa escolha. Assim, as sementes da discórdia foram semeadas, e as consequências dessa decisão aparentemente inocente seriam catastróficas para todos os envolvidos. Afrodite, fiel à sua palavra, ajudou Páris a se encontrar com Helena, despertando uma paixão entre eles tão intensa que levou Helena a abandonar seu marido e seu lar em Esparta. Páris viajou para Esparta sob o disfarce de diplomacia, mas seu verdadeiro propósito era reivindicar Helena como sua. Quando a encontrou, ficou cativado por sua beleza, e sob a influência de Afrodite, Helena retribuiu seus sentimentos. Com pouca consideração pelas consequências, eles fugiram juntos para Troia. O rei Menelau, marido de Helena, ficou devastado e enfurecido ao descobrir a traição de sua esposa. Ele convocou os outros reis gregos, lembrando-os do juramento que todos haviam feito de proteger o casamento de Helena. Esse juramento os obrigava a apoiar Menelau na recuperação de Helena, independentemente do custo. Assim começou a grande aliança das forças gregas sob o comando do rei Agamenon, irmão de Menelau. {{{_03}}} A frota grega zarpou para Troia, transportando milhares de guerreiros, heróis e líderes, incluindo o poderoso Aquiles, o astuto Odisseu e o corajoso Ajax. A viagem foi perigosa e repleta de presságios, pois os próprios deuses estavam divididos em suas lealdades. Hera e Atena apoiavam os gregos, buscando vingança contra Páris e Troia pelo insulto no banquete de casamento. Afrodite, no entanto, protegia Páris e os troianos, mantendo-se fiel à promessa que havia feito. Por dez longos anos, os gregos e troianos travaram guerras, cada lado ganhando e perdendo terreno. Heróis caíram de ambos os lados, e a terra foi encharcada de sangue e lágrimas. Os deuses frequentemente interviniam, às vezes à vista de todos, outras vezes guiando sutilmente as ações de homens e guerreiros. No último ano do cerco, os gregos elaboraram um plano astuto para quebrar o impasse. Odisseu, conhecido por sua mente engenhosa, sugeriu a construção de um enorme cavalo de madeira, oco para esconder soldados gregos em seu interior. Os gregos deixariam este "presente" como tributo aos troianos e depois fingiriam partir. Os troianos, ao ver a partida da frota grega, regozijaram-se, acreditando que a guerra finalmente havia terminado. Eles trouxeram o cavalo de madeira para dentro das muralhas da cidade como um troféu de vitória. Naquela noite, enquanto a cidade dormia em um estado de celebração, os soldados gregos escondidos dentro do cavalo emergiram e abriram os portões de Troia, permitindo que o exército grego invadisse a cidade. Troia foi saqueada, seus edifícios incendiados e seu povo either morto ou escravizado. Páris caiu em batalha, e Helena foi reivindicada por Menelau. A ira das deusas havia se concretizado, e a outrora grande cidade de Troia foi reduzida a cinzas. {{{_04}}} A história da Maçã de Ouro da Discórdia serve como um lembrete atemporal dos perigos do orgulho e da inveja, mesmo entre os divinos. O desejo de beleza e poder levou a sofrimentos indescritíveis, moldando o curso da história. Para os mortais envolvidos, as cicatrizes da Guerra de Troia persistiram por gerações, e as histórias de heroísmo, amor e traição foram passadas adiante como lendas. No final, a maçã de ouro alcançou o que Éris havia pretendido: semear discórdia não apenas entre os deuses, mas entre todos que tocaram seu legado. A partir daquele dia, a história da maçã de ouro, um símbolo de beleza transformada em devastação, seria contada e recontada, servindo como um conto de advertência através das eras.O Casamento e o Convidado Não Convidado
O Início da Rivalidade Divina
A Escolha de Páris
As Ofertas das Deusas
A Decisão de Páris
O Rapto de Helena
A Marcha para a Guerra
A Queda de Troia
As Consequências e o Legado da Maçã de Ouro