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A Cidade Perdida de Ubari
A lone archaeologist stands at the edge of the vast Sahara, his map fluttering in the wind as the golden sun sets. The journey to uncover the lost city of Ubari is about to begin

Sobre a História: A Cidade Perdida de Ubari é um Legend de libya ambientado no Ancient. Este conto Dramatic explora temas de Perseverance e é adequado para Young. Oferece Historical perspectivas. O Saara guarda seus fantasmas, e algumas cidades nunca foram feitas para serem encontradas.

O Deserto do Saara é um lugar de impérios esquecidos, areias cambaleantes e segredos enterrados profundamente sob as dunas. Ao longo dos séculos, civilizações inteiras surgiram e caíram, engolidas pelo tempo, suas ruínas deixadas para sussurrar histórias que apenas o vento pode ouvir.

Mas existe uma lenda que tem assombrado exploradores e historiadores igualmente — uma cidade perdida que, dizem, desapareceu sob o deserto há muito tempo.

Ubari

Rumora-se que era um reino de riqueza e conhecimento, escondido entre as dunas de Fezzan, na Líbia. Alguns dizem que era um centro comercial, ligando o Mediterrâneo à África Subsaariana. Outros insistem que era uma cidade de grandes estudiosos e astrônomos, um lugar onde os segredos dos céus foram mapeados pela primeira vez.

E ainda assim, ninguém nunca a havia encontrado.

Pelo menos, até que o arqueólogo Dr. Daniel Harrington recebeu uma carta inesperada.

_"Você estava certo. A cidade existe. Encontre-me em Ghat. O tempo está se esgotando."_

A nota foi assinada por Al-Mahdi, um guia beduíno que havia passado décadas procurando por Ubari.

Se ele havia encontrado algo, isso significava que a história estava prestes a mudar.

E Daniel não teve outra escolha a não ser ir.

O Chamado do Deserto

Os arquivos do Museu Britânico estavam tranquilos, com o cheiro de papel envelhecido e poeira denso no ar.

Daniel estava curvado sobre uma pilha de manuscritos, seus dedos traçando mapas antigos da Líbia. Os textos mais antigos falavam de um reino escondido além das dunas, onde torres douradas uma vez brilhavam sob o sol do deserto.

Historiadores descartaram as histórias como mito, não diferente de Atlântida ou El Dorado.

Mas Daniel nunca acreditou nisso.

Agora, ele tinha um motivo para provar que todos estavam errados.

Ele se preparou rapidamente — mapas, imagens de satélite, ferramentas de escavação, cadernos. Seu voo para a Líbia partiu ao amanhecer.

Isso não era apenas mais uma escavação.

Era a obra da sua vida se concretizando.

Chegada à Líbia

O ar estava carregado de calor quando Daniel pisou na pista empoeirada de Ghat.

O deserto se erguia à distância — dunas intermináveis se estendendo até o horizonte, ondas douradas congeladas no tempo.

Um jipe enferrujado estava esperando nas proximidades.

Encostado nele estava uma figura alta envolta em vestes desérticas, um keffiyeh azul escuro cobrindo a maior parte de seu rosto.

Daniel o reconheceu imediatamente.

"Al-Mahdi," ele chamou.

O guia beduíno deu um aceno de cabeça. "Dr. Harrington. Faz muito tempo."

Sem mais uma palavra, ele alcançou uma bolsa de couro e puxou um fragmento de pedra.

Daniel o virou nas mãos.

Estava desgastado, suas gravuras quase apagadas pelo tempo. Mas um símbolo ainda era visível —

Uma serpente entrelaçada com o sol.

O selo de Ubari.

O pulso de Daniel acelerou.

Era real.

E agora, eles tinham que encontrar o resto dele.

Para o Desconhecido

Ao amanhecer, o comboio de três jipes deixou Ghat, adentrando o interminável Saara.

Dias se passaram em uma névoa de calor e poeira.

O Saara era uma terra que não tolerava erros. Se seus mapas estivessem errados — se ficassem sem água — a morte os encontraria antes que a salvação fizesse isso.

Al-Mahdi liderava o caminho, navegando pelo sol e pelas estrelas, seu conhecimento transmitido por gerações de nômades do deserto.

No quinto dia, ele pediu uma parada.

Caminhou até um pequeno monte, ajoelhou-se e começou a cavar com as mãos.

Em poucos momentos, seus dedos encontraram algo sólido.

Daniel agachou-se ao lado dele, ajudando a remover a areia.

O que emergiu foi uma pedra esculpida, sua superfície suavizada pelo tempo, mas ainda com inscrições tênues.

O selo de Ubari estava gravado em seu lado.

A respiração de Daniel parou.

Eles haviam encontrado algo real.

Arqueólogos e um guia beduíno descobrem uma pedra antiga no deserto líbio sob o sol escaldante.
Sob o ardente sol do Saara, arqueólogos desenterram uma pedra esculpida que exibe o antigo selo de Ubari, enquanto seu guia beduíno observa cautelosamente. Os segredos da cidade perdida começam a emergir das areias.

Desenterrando o Passado

A escavação começou imediatamente.

A cada camada de areia removida, mais de Ubari era revelada.

Primeiro, descobriram fundações de pedra, depois pilares quebrados e, finalmente, uma escadaria inteira descendo para o subsolo.

"Isso não era apenas uma vila," murmura Daniel, enxugando o suor da testa. "Isso era uma cidade."

Encontraram murais — representações vívidas de guerreiros, estudiosos e mercadores.

Mas havia algo mais.

Um afresco de uma cidade em chamas — seus edifícios consumidos pelas chamas — e uma figura sombria de pé sobre a destruição.

Daniel franziu a testa. "O que isso significa?"

A expressão de Al-Mahdi era grave.

"A lenda diz que o último rei de Ubari enfureceu os deuses," murmurou ele. "E o deserto engoliu sua cidade em troca."

Daniel estremeceu apesar do calor.

Pela primeira vez, ele sentiu que estavam perturbando algo que era melhor deixado enterrado.

Uma câmara subterrânea com murais antigos que retratam a destruição flamejante de Ubari, com um arqueólogo parado em admiração.
Profundamente sob as areias do deserto, um arqueólogo observa com admiração um antigo mural que retrata a destruição flamejante de Ubari. A figura sombria na pintura sugere uma traição há muito esquecida.

O Túmulo do Rei

Quanto mais eles cavavam, mais estranhas as coisas se tornavam.

Encontraram uma câmara selada, escondida sob as ruínas.

Dentro, um sarcófago ornamentado permanecia intocado por milhares de anos.

As mãos de Daniel tremiam enquanto levantavam a tampa.

Dentro descansava um rei mumificado, seu rosto coberto por uma máscara dourada intricada.

E em suas mãos, ele segurava um rolo.

Daniel cuidadosamente o desenrolou, lendo o texto antigo em voz alta.

Falava de traição.

Uma profecia ignorada.

Uma maldição que nunca poderia ser levantada.

E no final, um aviso final:

_"Aquele que perturbar este lugar despertará a ira do deserto."_

As tochas tremulavam. Uma rajada repentina de vento uivou pela câmara.

Do lado de fora, o céu escureceu.

O deserto estava despertando.

Uma câmara funerária com um grande sarcófago; os arqueólogos levantam a tampa, revelando o corpo mumificado do rei de Ubari.
Nas profundezas de uma antiga câmara funerária, arqueólogos erguem a tampa de um magnífico sarcófago, revelando os restos mumificados de um rei esquecido. Inscrições enigmáticas alertam para uma maldição, enquanto a luz tremulante das tochas projeta sombras inquietantes nas paredes.

A Maldição Desperta

A tempestade veio sem aviso.

O vento uivava, chicoteando a areia em redemoinhos violentos.

O céu ficou preto, apagando o sol.

"Precisamos sair!" Al-Mahdi gritou sobre o rugido da tempestade.

Eles correram para os jipes, o chão tremendo sob seus pés.

Daniel se virou para dar uma última olhada —

E viu Ubari desaparecendo diante de seus olhos.

A areia a engolia por completo, como se o deserto nunca tivesse desejado encontrá-la.

Epílogo: Alguns Segredos Devem Permanecer Enterrados

De volta a Londres, Daniel estava sentado em sua mesa, olhando fixamente para a máscara dourada do último rei de Ubari.

Ele tinha provas agora.

Uma civilização perdida, enterrada por séculos.

Mas enquanto estava ali, um pensamento o corroía.

Eles tinham descoberto Ubari?

Ou Ubari se deixou encontrar, apenas tempo suficiente para avisá-los a se afastarem?

Alguns segredos, Daniel percebeu, nunca deveriam ser descobertos.

E Ubari garantiu isso.

O deserto guarda seus fantasmas. E algumas cidades nunca deveriam ser encontradas.

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